PROVÉRBIOS 30:24-28
24.ESTAS quatro coisas são das menores da terra, porém bem providas de sabedoria:
25.As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;
26.Os coelhos são um povo débil; e contudo põem a sua casa na rocha;
27.Os gafanhotos não têm rei; e contudo todos saem, e em bandos se repartem;
28.A aranha se pendura com as mãos, e está nos palácios dos reis.
SALMO 143:1-12
1.Ó SENHOR, ouve a minha oração, inclina os ouvidos às minhas súplicas; escuta-me segundo a tua verdade, e segundo a tua justiça.
2.E não entres em juízo com o teu servo, porque à tua vista não se achará justo nenhum vivente.
3.Pois o inimigo perseguiu a minha alma; atropelou-me até ao chão; fez-me habitar na escuridão, com aqueles que morreram há muito.
4.Pois que o meu espírito se angústia em mim; e o meu coração em mim está desolado.
5.Lembro-me dos dias antigos; considero todos os teus feitos; medito na obra das tuas mãos.
6.Estendo para ti as minhas mãos; a minha alma tem sede de ti, com terra sedenta. (Selá.)
7.Ouve-me depressa, ó SENHOR; o meu espírito desmaia. Não escondas de mim a tua face, para que não seja semelhante aos que descem á cova.
8.Faze-me ouvir a tua benignidade pela manhã, pois em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto a minha alma.
9.Livra-me, ó SENHOR, dos meus inimigos; fujo para ti, para me esconder.
10.Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus. O teu Espírito é bom; guie-me por terra plana.
11.Vivifica-me, ó SENHOR, por amor do teu nome; por amor da tua justiça, tira a minha alma da angústia.
12.E por tua misericórdia desarraiga os meus inimigos, e destrói a todos os que angustiam a minha alma; pois sou teu servo.
APOCALIPSE 143:1-12
1.E VI outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham a s sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.
2.E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.
3.E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo; Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei do santos.
4.Quem te não temerá, ó SENHOR, e não magnificará o teu nome: Porque só tu és santo, por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.
5.E depois disto olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu.
6.E os sete anjos que tinham as sete pragas saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos.
7.E uma dos quatro animais deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre.
8.e o templo encheu-se com a fumaça da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia entrar no templo, até que se consumassem as sete pragas dos sete anjos.
ZACARIAS 6:1-15
1.E OUTRA vez levantei os meus olhos, e vi, e eis que quatro carros saíam dentre dois montes, e estes montes eram montes de bronze.
2.No primeiro carro eram cavalos vermelhos, e no segundo carro, cavalos pretos,
3.e no terceiro carro, cavalos brancos, e no quarto carro, cavalos malhados, todos eram fortes.
4.E respondi, dizendo ao anjo que falava comigo; Que é isto, senhor meu?
5.E o anjo respondeu, dizendo-me: Estes são os quatro espíritos do céu, saindo donde estavam perante o Senhor de toda a terra.
6.O carro em que estão os cavalos presto, sai para a terra do norte, e os brancos saem atrás deles, e os malhados saem para a terra do sul.
7.E os cavalos fortes saíam, e procuravam ir por diante, para percorrerem a terra. E ele disse: Ide percorrei a terra. E percirreram a terra.
8.E chamou-me, e falou-me, dizendo: Eis que aqueles que saíram para a terra do norte fizeram repousar o meu espírito na terra do norte.
9.E a palavra do SENHOR veio a mim, dizendo:
10.Toma dos que foram levados cativos, a saber, de Heldai, de Tobias e de Jedaías, os quais vieram de Babilônia, e vem tu no mesmo dia, e entra na casa de Josias, filho de Sofonias.
11.Toma, digo, prata e ouro, e faze coroas, e põe-nas na cabeça do sumo sacerdote Josué, filho de Jozadaque;
12.E fala-lhe, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é renovo, ele brotará do seu lugar, e edificará o templo do SENHOR.
13.Ele mesmo edificará o templo do SENHOR, e ele levará a glória; assentar-se-á no seu trono e dominará, e será sacerdote no seu trono, e conselho de paz haverá entre ambos os ofícios.
14.E estas coroas serão para Helém, e para Tobias, e para Jedaias, e para Hem, filho de Sofonias, como um memorial no templo do SENHOR.
15.E aqueles que estão longe virão, e edificarão no templo do SENHOR, e vós sabereis que o SENHOR dos Exércitos me tem enviado a vós; e isto sucederá assim, se diligentemente ouvirdes a voz do SENHOR vosso Deus.
ZACARIAS 7:1-14
1.ACONTECEU, no quarto ano do rei Dario, que a palavra do SENHOR veio a Zacarias, no quarto dia do nono mês, que é Quisleu.
2.Quando o povo enviou Sarezer e Régen-Meleque, e os seus homens, à casa de Deus, para suplicarem o favor do SENHOR,
3.e para dizerem aos sacerdotes, que estavam na casa do SENHOR dos Exércitos, e aos profetas: Chocarei eu no quinto mês, fazendo abstinência, como tenho feito por tantos anos?
4.Então a palavra do SENHOR dos Exércitos veio a mim, dizendo:
5.Fala a todo o povo desta terra, e aos sacerdotes, dizendo: Quando jejuastes, e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durante estes setenta anos porventura, foi mesmo para mim que jejuastes?
6.Ou quando comestes, e quando bebestes, não foi para vós mesmos que comestes e bebestes?
7.Não foram estas as palavras que o SENHOR pregou pelo ministério dos primeiros profetas, quando Jerusalém estava habitada e em paz, com as suas cidades ao redor dela, e o sul e a campina eram habitados?
8.E a palavra do SENHOR veio a Zacarias, dizendo:
9.Assim falou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Executai juízo verdadeiro, mostrai piedade e misericórdia cada um para com seu irmão.
10.E não oprimais a viúva, nem o órfão, e nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu irmão.
11.Eles, porém, não quiseram escutar, e deram-me o ombro rebelde, e ensurdeceram os seus ouvidos, para que não ouvissem.
12.Sim, fizeram os seus corações como pedra de diamante, para que não ouvissem a lei, nem as palavras que o SENHOR dos Exércitos enviara pelo seu Espírito por intermédio dos primeiros profetas, daí veio a grande ira do SENHOR dos Exércitos.
13.E aconteceu que, assim como ele clamou eles não ouviram, também eles clamaram, e eu não ouvi, diz o SENHOR dos Exércitos.
14.Assim os espalhei com um turbilhão por entre todas as nações, que eles não conheceram, e a terra foi assolada atrás deles, de sorte que ninguém passava por ela, nem se voltava, porque fizeram da terra desejada uma desolação.
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