quinta-feira, 15 de setembro de 2016

18 de Dezembro

PROVÉRBIOS 30:10
10.Não acuses o servo diante de seu senhor, para que não te amaldiçoe e tu fiques o culpado.

SALMO 137:1-9
1.JUNTO dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando, quando nos lembramos de Sião.
2.Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas.
3.Pois lá aqueles que nos levaram cativos no pediam uma canção; e os quenos destruíram, que os alegrássemos, dizendo; Cantai-nos uma das canções de Sião.
4.Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha?
5.Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza.
6.Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém a minha maior alegria.
7.Lembra-te, SENHOR, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces.
8.Ah! filha de Babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós.
9.Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras.

APOCALIPSE 9:1-21
1.E O QUINTO anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.
2.E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar.
3.E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra.
4.E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus.
5.E foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem.
6.E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.
7.E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens.
8.E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões.
9.E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalhos correm ao combate.
10.E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses.
11.E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom.
12.Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais.
13.E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus,
14.a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
15.E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de marem a terça parte dos homens.
16.E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles.
17.E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre.
18.Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas boca.
19.Porque o poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas. Porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam.
20.E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.
21.E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.

HABACUQUE 1:1-17
1.O PESO que viu o profeta Habacuque.
2.Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?
3.Porque razão me mostras a iniquidade; e me fazes ver a opressão: Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenta e o litígio.
4.Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta, porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida.
5.Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirari-vos, porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada.
6.Porque eis que suscito os caldeus, nação amarga e impetuosa que marcha sobre a largura da terra para apoderar-se de moradas que não são suas.
7.Horrível e terrível é, dela mesma sairá o seu juízo e a sua dignidade.
8.E os seus cavalos são mais ligeiros do que os leopardos, e mais espertos do que os lobos à tarde; os seus cavaleiros espalham-se por toda parte; os seus cavaleiros virão de longe; voarão como águias que se apressam a devorar.
9.Eles todos virão para fazer violência; os seus rostos buscarão o vento oriental, e reunirão os cativos como areia.
10.E escarnecerão dos reis, e dos príncipes farão zombaria; eles se rirão de todas as fortalezas, porque amontoarão terra, e as tomarão.
11.Então muda a sua mente, e seguirá, e se fará culpado, atribuindo este seu poder ao seu deus.
12.Não és tu desde a eternidade, ó SENHOR meu Deus, meu Santo: Nós não morreremos. Ó SENHOR, para juízo o puseste,  e tu, ó Rocha, o fundaste para castigar.
13.Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar. Por que olhas para os que procedem aleivosamente, e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?
14.E por que farias os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe?
15.Ele a todos levantará com o anzol, apanhá-los-á com a sua rede, e os ajuntará na sua rede varredoura; por isso ele se alegrará e se regozijará.
16.Por isso sacrificará à sua rede, e queimará incenso à sua varredoura; porque com elas engordou a sua porção, e engrossou a sua comida
17.Porventura por isso esvaziará a sua rede e não terá piedade de matar as nações continuamente?

HABACUQUE 2:1-20
1.SOBRE a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for arguido.
2.Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábua, para que a possa ler quem passa correndo.
3.Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.
4.Eis que a sua alma está orgulhosa, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá.
5.Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá, que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não ser farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a ti todos os povos.
6.Não levantarão, pois, todos estes contra ele uma parábola e um provérbio sarcástico contra ele: E se dirá: Ai daquele que multiplica o que não é seu! (até quando?) e daquele que carrega sobre si dívidas!
7.Porventura não se levantarão de repente os teus extorquiadores, e não despertarão os que te farão tremer, e não lhes servirás tu de despojo?
8.Porquanto despojaste a muitas nações, todos os demais povos te despojarão a ti, por causa do sangue dos homens, e da violência feita à terra, à cidade, e a todos os que nela habitam.
9.Ai daquele que, para a sua casa, ajunta cobiçosamente bens mal adquiridos, para pôr o seu ninho no alto, a fim de se livrar do poder do mal!

10.Vergonha maquinaste para a tua casa; destruindo tu a muitos povos, pecaste conta a tua alma.
11.Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento.
12.Ai daquele que edifica a cidade com sangue, e que funda a cidade com iniquidade.
13.Porventura não vem do SENHOR dos Exércitos que os povos trabalhem pelo fogo e os homens se cansem em vão?
14.Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar.
15.Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro! Ai de ti, que adiciona à bebida o teu furor, e o embebedas para ver a sua nudez!
16.Será farto de ignomínia em lugar de honra, bebe tu também, e sê como um incircunciso; o cálice da mão direita do SENHOR voltará a ti, e ignomínia cairá sobre a tua glória.
17.Porque a violência cometida contra o Líbano te cobrirá, e a destruição das feras te amedrontará, por causa do sangue dos homens, e da violência feita à terra, à cidade, e a todos os que nela habitam.
18.Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice: Ela é máscara e ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos?
19.Ai daquele que diz ao pau: Acorda! e à pedra muda: Desperta! Pode isso ensinar? Eis que está coberta de ouro e de prata, mas dentro dela não há espírito algum.

20.Mas o SENHOR está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.

HABACUQUE 3:1-19
1.ORAÇÃO do profeta Habacuque sobre Sigionote.
2.Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.
3.Deus veio de Temã, e do monte de Parã o Santo (Selá). A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor.
4.E o resplendor se fez como a luz, raios brilhantes saíam da sua mão, e ali estava o esconderijo da sua força.
5.Adiante dele ia a peste, e brasas ardentes saíam dos seus passos.
6.Parou, e mediu a terra, olhou, e separou as nações, e os montes perpétuos foram esmiuçados; ou outeiros eternos se abateram, porque os caminhos eternos lhe pertencem.
7.Vi as tendas de Cusã em aflição, tremiam as cortinas da terra de Midiã.
8.Acaso é contra os rios, SENHOR, que estás irado? É contra os ribeiros a tua ira, ou contra o mar o teu furor, visto que andas montado sobre os teus cavalos, e nos teus carros de salvação?
9.Descoberto se movimentou o teu arco; os juramentos feitos às tribos foram uma palavra segura. (Selá).
10.Os montes te viram, e tremeram; a inundação das águas passou; o abismo deu a sua voz, levantou ao alto as suas mãos.
11.O sol e a lua pararam nas suas moradas; andaram à luz das tuas flechas, ao resplendor da relâmpado da tua lança.
12.Com indignação marchaste pela terra, com ira trilhaste os gentios.
13.Tu saíste para salvação do teu povo, para salvação do teu ungido; tu feriste a cabeça da casa do ímpio, descobrindo o alicerce até ao pescoço. (Selá).
14.Tu traspassaste com as suas próprias lanças a cabeça das suas vilas; eles me acometeram tempestuosos para me espalharem; alegravam-se, como se estivessem para devorar o pobre em segredo.
15.Tu com os teus cavalos marchaste pelo mar, pela massa de grandes águas.
16.Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim; no dia da angústia descansarei, quando subir contra o povo que invadirá com suas tropas.
17.Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
18.todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.
19.O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).



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