PROVÉRBIOS 28:21-22
21.DAR importância à aparência das pessoas não é bom, porque até por um bocado de pão um homem prevaricará.
22.O quer quer enriquecer depressa é homem de olho maligno, porém não sabe que a pobreza há de vir sobre ele.
SALMO 119:129-152
Pe
129.MARAVILHOSOS são os teus testemunhos; portanto, a minha alma os guarda.
130.A entrada das tuas palavras dá luz, dá entendimentos aos símplices.
131.Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei os teus mandamentos.
132.Olha para mim, e tem piedade de mim, conforme usas com os que amam o teu nome.
133.Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.
134.Livra-me da opressão do homem; assim guardarei os teus preceitos.
135.Faz resplandecer o teu rosto sobre o teu servo, e ensina-me os teus estatutos.
136.Rios de águas correm dos meus olhos, porque não guardam a tua lei.
Tsádi
137.Justo és, ó SENHOR, e retos são os teus juízos.
138.Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis.
139.O meu zelo me consumiu, porque os meus inimigos se esqueceram da tua palavra.
140.A tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama.
141.Pequeno sou e desprezado, porém não me esqueço dos teus mandamentos.
142.A tua justiça é uma justiça eterna; e a tua lei é a verdade.
143.Aflição e angústia se apoderam de mim; contudo os teus mandamentos são o meu prazer.
144.A justiça dos teus testemunhos é eterna; dá-me inteligência, e viverei.
Cof
145.Clamei de todo o meu coração; escuta-me, SENHOR, e guardarei os teus estatutos.
146.A ti invoquei, salva-me, e guardarei os teus testemunhos.
147.Antecipei o cair da noite, e clamei; esperei na tua palavra.
148.Os meus olhos anteciparam as vigílias da noite, para meditar na tua palavra.
149.Ouve a minha voz, segundo a tua benignidade; vivifica-me, ó SENHOR, segundo o teu juízo.
150.Aproximam-se os que se dão a maus tratos; afastam-se da tua lei.
151.Tu estás perto, ó SENHOR, e todos os teus mandamentos são a verdade.
152.Acerca dos teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que tu os fundaste para sempre.
2 PEDRO 3:1-18
1.AMADOS, escrevo-vos agora esta segunda carta, em ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero;
2.para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador.
3.Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,
4.e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
5.Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subiste.
6.Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio,
7.mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro e se guardam para o fogo, até o dia do juízo; e da perdição dos homens ímpios.
8.Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
9.O Senhor não retarda a tua promessa, ainda que alguns a têm por tardia, mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
10.Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
11.Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade.
12.aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
13.Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.
14.Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis e em paz.
15.E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu segundo a sabedoria que lhe foi dada;
16.falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
17.Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
18.antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.
DANIEL 6:1-28
1.E PARECEU bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino;
2.e sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano.
3.Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
4.Então os presidentes e os príncipes, procuraram achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma, porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
5.Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus.
6.Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
7.Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
8.Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
9.Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição.
10.Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e ora, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
11.Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
12.Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinastes o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
13.Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração.
14.Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
15.Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram-lhe: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou decreto, que o rei estabeleça, se pode mudar.
16.Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: o teu Deus a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
17.E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que não se mudasse a sentença acerca de Daniel.
18.Então o rei se dirigiu para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.
19.Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei, e foi com pressa à cova dos leões.
20.e, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste, e disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?
21.Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
22.O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum.
23.Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova. Assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.
24.E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam os ossos.
25.Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada.
26.Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre, e o seu reino não se pode destruir, e o teu domínio durará até o fim.
27.Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra, ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.
28. Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.
21.DAR importância à aparência das pessoas não é bom, porque até por um bocado de pão um homem prevaricará.
22.O quer quer enriquecer depressa é homem de olho maligno, porém não sabe que a pobreza há de vir sobre ele.
SALMO 119:129-152
Pe
129.MARAVILHOSOS são os teus testemunhos; portanto, a minha alma os guarda.
130.A entrada das tuas palavras dá luz, dá entendimentos aos símplices.
131.Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei os teus mandamentos.
132.Olha para mim, e tem piedade de mim, conforme usas com os que amam o teu nome.
133.Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.
134.Livra-me da opressão do homem; assim guardarei os teus preceitos.
135.Faz resplandecer o teu rosto sobre o teu servo, e ensina-me os teus estatutos.
136.Rios de águas correm dos meus olhos, porque não guardam a tua lei.
Tsádi
137.Justo és, ó SENHOR, e retos são os teus juízos.
138.Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis.
139.O meu zelo me consumiu, porque os meus inimigos se esqueceram da tua palavra.
140.A tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama.
141.Pequeno sou e desprezado, porém não me esqueço dos teus mandamentos.
142.A tua justiça é uma justiça eterna; e a tua lei é a verdade.
143.Aflição e angústia se apoderam de mim; contudo os teus mandamentos são o meu prazer.
144.A justiça dos teus testemunhos é eterna; dá-me inteligência, e viverei.
Cof
145.Clamei de todo o meu coração; escuta-me, SENHOR, e guardarei os teus estatutos.
146.A ti invoquei, salva-me, e guardarei os teus testemunhos.
147.Antecipei o cair da noite, e clamei; esperei na tua palavra.
148.Os meus olhos anteciparam as vigílias da noite, para meditar na tua palavra.
149.Ouve a minha voz, segundo a tua benignidade; vivifica-me, ó SENHOR, segundo o teu juízo.
150.Aproximam-se os que se dão a maus tratos; afastam-se da tua lei.
151.Tu estás perto, ó SENHOR, e todos os teus mandamentos são a verdade.
152.Acerca dos teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que tu os fundaste para sempre.
2 PEDRO 3:1-18
1.AMADOS, escrevo-vos agora esta segunda carta, em ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero;
2.para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador.
3.Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,
4.e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
5.Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subiste.
6.Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio,
7.mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro e se guardam para o fogo, até o dia do juízo; e da perdição dos homens ímpios.
8.Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
9.O Senhor não retarda a tua promessa, ainda que alguns a têm por tardia, mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
10.Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
11.Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade.
12.aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
13.Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.
14.Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis e em paz.
15.E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu segundo a sabedoria que lhe foi dada;
16.falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
17.Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
18.antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.
DANIEL 6:1-28
1.E PARECEU bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino;
2.e sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano.
3.Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
4.Então os presidentes e os príncipes, procuraram achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma, porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
5.Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus.
6.Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
7.Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
8.Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
9.Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição.
10.Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e ora, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
11.Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
12.Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinastes o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
13.Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração.
14.Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
15.Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram-lhe: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou decreto, que o rei estabeleça, se pode mudar.
16.Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: o teu Deus a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
17.E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que não se mudasse a sentença acerca de Daniel.
18.Então o rei se dirigiu para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.
19.Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei, e foi com pressa à cova dos leões.
20.e, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste, e disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?
21.Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
22.O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum.
23.Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova. Assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.
24.E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam os ossos.
25.Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada.
26.Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre, e o seu reino não se pode destruir, e o teu domínio durará até o fim.
27.Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra, ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.
28. Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.
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