terça-feira, 13 de setembro de 2016

3 de Dezembro

PROVÉRBIOS 29:1
1.O HOMEM que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, de repente será destruído sem que haja remédio

SALMO 122:1-9
1.ALEGREI-ME quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.
2.os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém.
3.Jerusalém está edificada como uma cidade que é compacta.
4.Onde sobem as tribos, as tribos ao SENHOR, até ao testemunho de Israel, para darem graças ao nome do SENHOR.
5.Pois ali estão os tronos do juízo, os tronos da casa de Davi.
6.Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.
7.Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios.
8.Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Paz esteja em ti.
9.Por causa da casa do Senhor nosso Deus, buscarei o teu bem.

1 JOÃO 3:7-24
7.FILHINHOS, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo  assim com ele é justo.
8.Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus, se manifestou: para desfazer as obras do diabo.
9.Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque e nascido de Deus.
10.Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama o seu irmão, não é de Deus.
11.Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.
12.Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas.
13.Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos odeia.
14.Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte.
15.Qualquer que odeia a seu irmão é homicida.E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele.
16.Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.
17.Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?
18.Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
19.E nisto conhecemos que somos da verdade, e diante dele asseguraremos nossos corações;
20.sabendo que, se o nosso coração nos condena, e conhece todas as coisas.
21.Amados, se o nosso coração não nos condena, temos confiança para com Deus;
22.e qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista.
23.E o seu mandamento é este; que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.
24.E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós pelo Espírito que nos tem dado.

DANIEL 11:1-35
1.EU, pois, no primeiro ano de Dario, o medo, levantei-me para animá-lo e fortalecê-lo.
2.A agora te declararei a verdade: Eis que ainda três reis estarão na Pérsia, e o quarto acumulará grandes riquezas, mais do que todos; e, tornando-se forte, por sua s riquezas, suscitará a todos contra o reino da Grécia.
3.Depois se levantará um rei valente, que reinará com grande domínio, e fará o que lhe aprouver.
4.Mas, estando ele em pé, o seu reino será quebrado, e será repartido para os quatro ventos do céu; mas não para a sua posteridade, nem tampouco segundo o seu domínio com que reinou, porque o seu reino será arrancado, e passará a outros que não eles.
5.E será forte o rei do sul; mas um dos seus príncipes será mais forte do que ele, e reinará poderosamente, seu domínio será grande.
6.Mas, ao fim de alguns anos, eles se aliarão; e a filha do rei do sul virá ao rei do norte para fazer um tratado; mas ela não reterá a força do seu braço; nem ele persistirá, nem o seu braço, porque ela será estregue, e os que a tiverem trazido, e seu pai, e o que a fortalecia naqueles tempos.
7.Mas de um renovo das raízes dela um se levantará me seu lugar; e virá com o exército, e entrará na fortaleza do rei do norte, e operará contra eles, e prevalecerá.
8.Também os seus deuses com as suas imagens de fundição, com os seus objetos preciosos de prata e ouro , levará cativos para o Egito; e por alguns anos ele persistirá contra o rei do norte.
9.E entrará no reino o rei do sul, e tornará para a sua terra.
10.Mas seus filhos intervirão e reunirão uma multidão de grandes forças; e virá apressadamente e inundará, e passará adiante; e, voltando levará a guerra até a sua fortaleza.
11.Então o rei do sul se exasperará, e sairá, e pelejará contra ele, contra o rei do norte; este porá em campo grande multidão, e aquela multidão será entregue na sua mão.
12.A multidão será tirada e o seu coração se elevará, mas ainda que derrubará muitos milhares, contudo não prevalecerá.
13.Porque o rei do norte tornará, e porá em campo uma multidão maior do que a primeira, e ao fim dos tempos, isto é, de anos, virá à pressa com grande exército e com muitas riquezas.
14.E, naqueles tempos, muitos se levantarão contra o rei do sul; e os violentos dentre o teu povo se levantarão para cumprir a visão, mas eles cairão.
15.E o rei do norte virá, e levantará baluartes, e tomará a cidade forte; e os braços do sul não poderão resistir, nem o seu povo escolhido, pois não haverá força para resistir.
16.O que, pois, há de vir contra ele fará segundo a sua vontade, e ninguém poderá resistir diante dele; e estará na terra gloriosa, e por sua mão haverá destruição.
17.E dirigirá o seu rosto, para vir com a potência de todo o seu reino, e com ele os retos, assim ele fará; e lhe dará uma filha das mulheres, para corrompê-la; ela, porém não subsistirá, nem será para ele.
18.Depois virará o seu rosto para as ilhas, e tomará muitas; mas um príncipe fará cessar o seu opróbrio contra ele, e ainda fará recair sobre ele o seu opróbrio.
19.Virará então o seu rosto para as fortalezas da sua própria terra, mas tropeçará, e cairá, e não será achado.
20.E em seu lugar se levantará quem fará passar um arrecadador pela glória do reino; mas em poucos dias será quebrantado, e isto sem ira e sem batalha.
21.Depois se levantará em seu lugar um homem vil, ao qual não tinham dado a dignidade real; mas ele virá caladamente, e tomará o reino com engano.
22.E com os braços de uma inundação serão varridos de diante dele; e será quebrantados, como também o príncipe da aliança.
23.E, depois do concerto com ele, usará de engano; e subirá, e se tornará forte com pouca gente.
24.Vira também caladamente aos lugares mais férteis da província, e fará o que nunca afizeram seus pais,nem os pais de seus pais, repartirá entre eles a presa e os despojos, e os bens, e formará os seus projetos contra as fortalezas, mas por certo tempo.
25.E suscitará a sua força e a sua coragem contra o rei do sul com um grande exército; e o rei do sul se envolverá na guerra com um grande e mui poderoso exército; mas não subsistirá, porque maquinará projetos contra ele.
26.E os que comerem os seus alimentos o destruirão; e o exército dele será arrasado, e cairão muitos mortos.
27.Também estes dois reis terão o coração atento para fazerem o mal, e a uma mesma mesa falarão a mentira; mas isso não prosperará, porque ainda verá o fim no tempo determinado.
28.Então tornará para a sua terra com muitos bens, e o seu coração será contra a santa aliança; e fará o que lhe aprouver, e tornará para a sua terra.
29.No tempo determinado tornará a vir em direção do sul; mas não será na última vez como foi na primeira.
30.Porque virão contra ele navios de Quitim, que lhe causarão tristeza; e voltará, e se indignará contra a santa aliança, e fará o que lhe aprouver; voltará e atenderá aos que tiverem abandonado a santa aliança.
31.E braços serão colocados sobre ele, que profanarão o santuário e a fortaleza, e tirarão o sacrifício contínuo, estabelecendo abominação desoladora.
32.E aos violadores da aliança ele com lisonjas perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas.
33.E os entendidos entre o povo ensinarão a muitos; todavia cairão pela espada, e pelo fogo, e pelo cativeiro, e pelo roubo, por muitos dias.
34.E, caindo eles, serão ajudados com pequeno socorro; mas muitos se ajuntarão a eles com lisonjas.
35.E alguns dos entendidos cairão, para serem provados, purificados, e embranquecidos, até ao fim do tempo, porque será ainda para o tempo determinado.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

2 de Dezembro

PROVÉRBIOS 28:27-28
27.O QUE dá ao pobre não terá necessidade, mas o que esconde os seus olhos terá muitas maldições.
28.Quando os ímpios se elevam, os homens andam se escondendo, mas quando perecem os justos se multiplicam.

SALMO 121:1-8
1.LEVANTAREI os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro.
2.O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra.
3.Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará.
4.Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel.
5.O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita.
6.O sol não te molestará de dia nem a lua de noite.
7.O SENHOR te guardará de todo o mal; guardará atua alma.
8.O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre.

1 JOÃO 2:18-29
18.FILHINHOS, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.
19.Saíram a nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.
20.E vós tendes a unção do Santo; e sabeis tudo.
21.Não vos escrevi por que não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.
22.Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
23.Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho tem também o Pai.
24.Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.
25.E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.
26.Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam.
27.E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ele vos ensinou, assim nele permanecereis.
28.E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não sejamos confundidos por ele na sua vinda.
29.Se sabeis que ele é justo, sabeis que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.

1 JOÃO 3:1-6
1.VEDE quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele.
2.Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque assim como é o veremos.
3.E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
4.Qualquer que comete pecado, também comete iniquidade; porque o pecado é iniquidade.
5.E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados e nele não há pecado.
6.Qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu.

DANIEL 9:1-27
1.NO ANO primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus,
2.no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações  de Jerusalém, era de setenta anos.
3.E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.
4.E orei ao SENHOR meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos;
5.pecamos, e cometemos iniquidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos;
6.e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra.
7.A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti.
8.Ó Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti.
9.Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele,
10.e não obedecemos à voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas.
11.Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele.
12.E ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto debaixo de todo o céu nunca se fez como se tem feito em Jerusalém.
13.Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face do SENHOR nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniquidades, e para nos aplicarmos à tua verdade.
14.Por isso o SENHOR vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz.
15.Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e ganhaste para ti nome, como hoje se vê; temos pecado, temos procedido impiamente.
16.Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniquidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós.
17.Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.
18.Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias.
19.Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome.
20.Estando eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do Senhor, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus,
21.estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto  na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde.
22.Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido.
23.No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois a palavra, e entende a visão.
24.Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo.
25.Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos.
26.E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será como uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações.
27.E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.

DANIEL 10:1-21
1.NO terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome era Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; e ele entendeu esta palavra, e tinha entendimento da visão.
2.Naqueles dias eu, Daniel, estive triste por três semanas.
3.Alimento desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com unguento, até que se cumpriram as três semanas.
4.E no dia vinte e quatro do primeiro mês eu estava à borda do grande rio Hidequel;
5.e levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho, e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz;
6.e o seu corpo era como berilo, e o seu rosto parecia um relâmpago, e os seus olhos como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés brilhavam coo bronze polido; e a voz das suas palavras era como a voz de uma multidão.
7.E só eu, Daniel, tive aquela visão. Os homens que estavam comigo não a viram; contudo caiu sobre eles um grande temor, e fugiram, escondendo-se.
8.Fiquei, pois, eu só, a contemplar esta grande visão, e não ficou força em mim; transmudou-se o meu semblante em corrupção, e não tive força alguma.
9.Contudo ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí sobre o meu rosto num profundo sono com o meu rosto em terra.
10.E eis que certa mão me tocou, e fez com que me movesse sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.
11.E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que vou te dizer, e levanta-te sobre os teus pés, porque a ti sou enviado. E, falando ele comigo esta palavra, levantei-me tremendo.
12.Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus; e eu vim por causa das tuas palavras.
13.Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia.
14.Agora vim, para fazer-te entender o que há de acontecer ao teu povo nos derradeiros dias; porque a visão é ainda para muitos dias.
15.E, falando ele comigo estas palavras, abaixei o meu rosto para a terra, e emudeci.
16.E eis que alguém, semelhante aos filhos dos homens, tocou-me os lábios; então abri a minha boca, e falei, dizendo àquele que estava em pé diante de mim: senhor meu, por causa da visão sobrevieram-me dores, e não me ficou força alguma.
17.Como, pois, pode o servo do meu senhor falar com o meu senhor? Porque, quanto amim, desde agora não resta força em mim, e nem fôlego ficou em mim.
18.E aquele, que tinha aparência de um homem, tocou-me outra vez, e fortaleceu-me.
19.E disse: Não temas, homem muito amado, paz seja contigo; anima-te, sim, anima-te. E, falando ele comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, porque me fortaleceste.
20.E ele disse: Sabes por que eu vim a ti. Agora, pois, tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.
21.Mas eu te declarei o que está registrado na escritura da verdade; e ninguém há que me anime contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe.

1 de Dezembro

PROVÉRBIOS 28:25-26
25.O ORGULHOSO de coração levanta contentas, mas o que confia no SENHOR prosperará.
26.O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.

SALMO 120:1-7
1.NA MINHA angústia clamei ao SENHOR, e me ouviu.
2.SENHOR, livra a minha alma dos lábios mentirosos e da língua enganadora.
3.Que te será dado, ou que te será acrescentado, língua enganadora?
4.Flechas agudas do poderoso, com brasas vivas de zimbro.
5.Ai de mim, que peregrino em Meseque, e habito nas tendas de Quedar.
6.A minha alma bastante tempo habitou com os que detestam a paz.
7.Pacífico sou, mas quando eu falo já eles procuram a guerra.

1 JOÃO 2:1-17
1.MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
2.E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
3.E nisto sabemos que o conhecemos se guardarmos os seus mandamentos.
4.Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.
5.Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoados; nisto conhecemos que estamos nele.
6.Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.
7.Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que  desde o princípio ouvistes.
8.Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós, porque  vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina.
9.Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
10.Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
11.Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
12.Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu  nome vos são perdoados os pecados.
13.Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.
14.Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio.
Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vos, e já vencestes o maligno.
15.Não ameis o mundo; nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.Porque tudo o que há no mundo; a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.
16.Porque tudo o que há no mundo; a concupiscência da carne; a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.
17.E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

DANIEL 8:1-27
O capítulo 9 é uma explicação deste capítulo 8.
1.NO ANO terceiro do reinado do rei Belsazar apareceu-me uma visão, a mim, Daniel, depois daquela que me apareceu no princípio.
2.E vi na visão; e sucedeu que, quando vi, eu estava na cidade de Susã, na província de Elão; vi, pois, na visão, que eu estava junto ao rio Ulai.
3.E levantei os meus olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha dois chifres; e os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último.
4.Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se da sua mão; e ele fazia conforme a sua vontade, e se engrandecia.
5.E, estando eu considerando, eis que um pode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão, e aquele bode tinha um chifre insigne entre os olhos.
6.E dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, ao qual eu tinha visto em pé diante do rio, e correu contra ele no ímpeto da sua força.
7.E vi-o chegar perto do carneiro, enfurecido contra ele, e ferindo-o quebrou-lhe os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir, e o bode o lançou por terra, e o pisou aos pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão.
8.E o bode engrandeceu sobremaneira; mas, estando na sua maior força, aquele grande chifre foi quebrado; e no seu lugar subiram outra quatro também insignes, para os quatro ventos  do céu.
9.E de um deles saiu um chifre muito pequeno, o qual cresceu muito para o sul, e para o oriente, e para a terra formosa.
10.E se engrandeceu até contra o exército do céu; e a alguns do exército, e das estrelas, lançou por terra, e os pisou.
11.E se engrandeceu até contra o príncipe do exército; e por ele foi tirado o sacrifício contínuo, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra.
12.E um exército foi dado contra o sacrifício contínuo, por causa da transgressão; e lançou a verdade por terra, e o fez, e prosperou.
13.Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício contínuo, e da transgressão assoladora, para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem pisados?
14.E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.
15.E aconteceu que, havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei o significado, e eis que se apresentou diante de mim como que uma semelhança de homem.
16.E ouvi uma voz de homem entre as margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão.
17.E veio perto de onde eu estava; e, vindo ele, me amedrontei, e caí sobre o meu rosto, mas ele me disse: Entende, filho do homem, porque esta visão acontecerá no fim do tempo.
18.E, estando ele falando comigo, caí adormecido com o rosto em terra, ele, porém me tocou, e me fez estar em pé.
19.E disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira; pois isso pertence ao tempo determinado do fim.
20.Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia,
21.mas o bode peludo é o rei da Grécia; e o grande chifre que tinha entre os olhos é o primeiro rei;
22.o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, mas não com a força dele.
23.Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações.
24.E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá, maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.
25.E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança, e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado.
26.E a visão da tarde e da manhã que foi falada, é verdadeira. Tu, porém, cerra a visão, porque se refere a dias muito distantes.
27.E eu, Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então levantei-me e tratei do negócio do rei. E espantei-me a cerca da visão, e não havia quem a entendesse.

30 de Novembro

PROVÉRBIOS 28:23-24
23.O QUE repreende o homem gozará depois mais amizade do que aquele que lisonjeia com a língua.
24.O que rouba a seu próprio pai, ou a sua mãe, e diz; Não é transgressão, companheiro é do homem destruidor.

SALMO 119:153-176
Reish
153.OLHA para a minha aflição, e livra-me, pois não me esqueci da tua lei.
154.Pleiteia a minha causa, e livra-me; vivifica-me segundo a tua palavra.
155.A salvação está longe dos ímpios, pois não buscam os teus estatutos.
156.Muitas são, ó SENHOR, as tuas misericórdias; vivifica-me segundo os teus juízos.
157.Muitos são os meus perseguidores e os meus inimigos; mas não me desvio dos teus testemunhos.
158.Vi os transgressores, e me afligi, porque não observam a tua palavra.
159.Considera como amo os teus preceitos; vivifica-me, ó SENHOR, segundo a tua benignidade.
160.A tua palavra é a verdade desde o princípio, e cadaum dos teus juízos dura para sempre.
Shin
161.Príncipes me perseguiram sem causa, mas o meu coração temeu a tua palavra.
162.Folgo com a tua palavra, como aquele que acha um grande despojo.
163.Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei.
164.Sete vezes no dia te louvo pelos juízos da tua justiça.
165.Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.
166.SENHOR, tenho esperado na tua salvação, e tenho cumprido os teus mandamentos.
167.A minha alma tem observado os teus testemunhos, amo-os, excessivamente.
168.Tenho observado os teus preceitos, e os teus testemunhos, porque todos os meus caminhos estão diante de ti.
Tav
169.Chegue a ti o meu clamor, ó SENHOR; dá-me entendimento conforme a tua palavra.
170.Chegue a minha súplica perante a tua face; livra-me segundo a tua palavra.
171.Os meus lábios proferiam o louvor, quando me ensinaste os teus estatutos.
172.A minha língua falará da tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justiça.
173.Venha a tua mão socorrer-me, pois escolhi os teus preceitos.
174.Tenho desejado a tua salvação, ó SENHOR; a tua lei é todo o meu prazer.
175.Viva a minha alma, e louvar-te-á; ajudem-me os teus juízos.
176.Desgarrei-me como a ovelha perdida; busca o teu servo, pois não me esqueci dos teus mandamentos.

1 JOÃO 1:1-10
1.O QUE era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida
2.(Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada),
3.o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.
4.Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.
5.E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas.
6.Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
7.Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
8.Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
9.Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
10.Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a tua palavra não está em nós.

DANIEL 7:1-28
1.NO PRIMEIRO ao de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho e visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho , e relatou a sua das coisas.
2.Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande.
3.E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.
4.O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi -lhe dado um coração de homem.
5.Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.
6.Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.
7.Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedações, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.
8.Estando eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.
9.Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; a sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça como a pura lã; e seu trono era de chamas de fogo, e as suas rodas de fogo ardente.
10.Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões assistiam diante dele; assentou-se o juízo e abriram-se os livros.
11.Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que o chifre proferia; estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo;
12.e, quanto aos outros animais, foi-lhe tirado o domínio; todavia foi-lhes prolongada a vida até certo espaço de tempo.
13.Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
14.E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.
15.Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.
16.Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das coisas.
17.Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.
18.Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, e de eternidade em eternidade.
19.Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedações e pisava aos pés o que sobrava;
20.e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais robusto do que o dos seus companheiros.
21.Eu olhava, e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles.
22.Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.
23.Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.
24.E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reinos; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
25.E proferirá palavras contra o Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
26.Mas o  juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir para o desfazer até ao fim.
27.E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão.
28.Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e mudou se em mim o meu semblante; mas guardei o assunto no meu coração.

29 de Novembro

PROVÉRBIOS 28:21-22
21.DAR importância à aparência das pessoas não é bom, porque até por um bocado de pão um homem prevaricará.
22.O quer quer enriquecer depressa é homem de olho maligno, porém não sabe que a pobreza há de vir sobre ele.

SALMO 119:129-152
Pe
129.MARAVILHOSOS são os teus testemunhos; portanto, a minha alma os guarda.
130.A entrada das tuas palavras dá luz, dá entendimentos aos símplices.
131.Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei os teus mandamentos.
132.Olha para mim, e tem piedade de mim, conforme usas com os que amam o teu nome.
133.Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.
134.Livra-me da opressão do homem; assim guardarei os teus preceitos.
135.Faz resplandecer o teu rosto sobre o teu servo, e ensina-me os teus estatutos.
136.Rios de águas correm dos meus olhos, porque não guardam a tua lei.
Tsádi
137.Justo és, ó SENHOR, e retos são os teus juízos.
138.Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis.
139.O meu zelo me consumiu, porque os meus inimigos se esqueceram da tua palavra.
140.A tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama.
141.Pequeno sou e desprezado, porém não me esqueço dos teus mandamentos.
142.A tua justiça é uma justiça eterna; e a tua lei é a verdade.
143.Aflição e angústia se apoderam de mim; contudo os teus mandamentos são o meu prazer.
144.A justiça dos teus testemunhos é eterna; dá-me inteligência, e viverei.
Cof
145.Clamei de todo o meu coração; escuta-me, SENHOR, e guardarei os teus estatutos.
146.A ti invoquei, salva-me, e guardarei os teus testemunhos.
147.Antecipei o cair da noite, e clamei; esperei na tua palavra.
148.Os meus olhos anteciparam as vigílias da noite, para meditar na tua palavra.
149.Ouve a minha voz, segundo a tua benignidade; vivifica-me, ó SENHOR, segundo o teu juízo.
150.Aproximam-se os que se dão a maus tratos; afastam-se da tua lei.
151.Tu estás perto, ó SENHOR, e todos os teus mandamentos são a verdade.
152.Acerca dos teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que tu os fundaste para sempre.

2 PEDRO 3:1-18
1.AMADOS, escrevo-vos agora esta segunda carta, em  ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero;
2.para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador.
3.Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,
4.e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
5.Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subiste.
6.Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, 
7.mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro e se guardam para o fogo, até o dia do juízo; e da perdição dos homens ímpios.
8.Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
9.O Senhor não retarda a tua promessa, ainda que alguns a têm por tardia, mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
10.Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
11.Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade.
12.aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
13.Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que  habita a justiça.
14.Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis e em paz.
15.E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu segundo a sabedoria que lhe foi dada;
16.falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
17.Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
18.antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.

DANIEL 6:1-28
1.E PARECEU bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino;
2.e sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano.
3.Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o  reino.
4.Então os presidentes e os príncipes, procuraram achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma, porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
5.Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não  a acharmos contra ele na lei do seu Deus.
6.Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
7.Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
8.Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
9.Por esta razão o  rei Dario assinou o edito e a proibição.
10.Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e ora, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
11.Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
12.Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinastes o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
13.Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração.
14.Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
15.Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram-lhe: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou decreto, que o rei estabeleça, se pode mudar.
16.Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: o teu Deus a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
17.E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que  não se mudasse a sentença acerca de Daniel.
18.Então o rei se dirigiu para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e  não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.
19.Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei, e foi com pressa à cova dos leões.
20.e, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste, e disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?
21.Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
22.O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum.
23.Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova. Assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.
24.E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam os ossos.
25.Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada.
26.Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre, e o seu reino não se pode destruir, e o teu domínio durará até o fim.
27.Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra, ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.
28. Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.

28 de Novembro

PROVÉRBIOS 28:19-20
19.O QUE lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que segue a ociosos se fartará de pobreza.
20.O homem fiel será coberto de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não ficará impune.

SALMO 119:113-128
Sámech
113.ODEIO os pensamentos vãos, mas amo a tua lei.
114.Tu és o meu refúgio e o meu escudo; espero na tua palavra.
115.Apartai-vos de mim, malfeitores, pois guardarei os mandamentos do meu Deus.
116.Sustenta-me conforme a tua palavra, para que viva, e não me deixes envergonhado da minha esperança.
117.Sustenta-me, e serei salvo, e de contínuo terei respeito aos estatutos.
118.Tu tens pisado aos pés todos os que se desviam dos teus estatutos, pois o engano deles é falsidade.
119.Tu tiraste da terra todos os ímpios, como a escoria, por isso amo os teus testemunhos.
120.O meu corpo se arrepiou com temor de ti, e temi os teus juízos.
Aín
121.Fiz juízo e justiça; não me entregues aos meus opressores.
122.Fica por fiador do teu servo para o bem, não deixes que os soberbos me oprimam.
123.Os meus olhos desfaleceram pela tua salvação e pela promessa da tua justiça.
124.Usa com o teu servo segundo a tua benignidade, e ensina-me os teus estatutos.
125.Sou teu servo; dá-me inteligência, para entender os teus testemunhos.
126.Já é tempo de operares, ó SENHOR, pois eles têm quebrantado a tua lei.
127.Por isso amo os teus mandamentos mais do que o ouro, e ainda mais do que o ouro fino.
128.Por isso estimo todos os teus preceitos acerca de tudo, como retos, e odeio toda falsa vereda.

2 PEDRO 2:1-22
1.E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
2.E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
3.E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas, sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
4.Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;
5.e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;
6.e condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;
7.e livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis.
8.(porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, por isso via e ouvia sobre as suas obras injustas);
9.assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
10.mas principalmente aqueles que seguindo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos,obstinados,não receando blasfemar das dignidades;
11.enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor.
12.Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção,
13.recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites quotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco;
14.tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição;
15.os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filhos de Beor, que amou o prêmio da injustiça;
16.mais teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana; impediu a loucura do profeta.
17.Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva.
18.Porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne, e com dissoluções aqueles que se estavam afastando dos que andam em erro.
19.prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo.
20.Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
21.Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado;
22.deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao esponjadouro de lama.

DANIEL 5:1-31
1.REI Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil.
2.Havendo Belsazar provado o vinho, mandou trazer os vasos de ouro e de prata que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas.
3.Então trouxeram os vasos de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas.
4.Beberam o vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra.
5.Na mesma hora apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo.
6.Mudou-se então o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram, as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro.
7.E gritou o rei com força, que se introduzissem os astrólogos, os caldeus e os adivinhadores; e falou o rei dizendo aos sábios de Babilônia: Qualquer que ler este escrito, e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura, e trará uma cadeia de ouro ao pescoço e, no reino, será o terceiro governante.
8.Então entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler o escrito, nem fazer saber ao rei a sua interpretação.
9.Então o rei Belsazar perturbou-se muito e mudou-se lhe o semblante; e os seus senhores estavam sobressaltados.
10.A rainha, por causa das palavras do rei e dos seus senhores, entrou na casa do banquete, e respondeu, dizendo: Ó rei, vive para sempre! Não te perturbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante.
11.Há no teu reino um homem, no qual há o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses, e teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, o rei, o constituiu mestre dos magos, dos astrólogos, dos caldeus e dos adivinhadores;
12.porquanto se achou neste Daniel um espírito excelente, e conhecimento, e entendimento, interpretando sonhos e explicando enigmas, e resolvendo dúvidas, ao qual o rei pôs o nome de Beltessazar. Chame-se, pois, agora Daniel, e ele dará a interpretação.
13.Então Daniel foi introduzido à presença do rei. Falou o rei, dizendo a Daniel: És tu aquele Daniel, um dos filhos dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá?
14.Tenho ouvido dizer a teu respeito que o espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acham a luz, e o entendimento e a excelente sabedoria.
15.Agora mesmo foram introduzidos à minha presença os sábios e os astrólogos, para lerem este escrito, e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam dar a interpretação destas palavras.
16.Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretação e resolver dúvidas. Agora, se puderes ler este escrito, e fazer-me saber a sua interpretação, serás vestido de púrpura, e terás cadeia de ouro ao pescoço e no reino serás o terceiro governante.
17.Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: As tuas dádivas fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outro; contudo lerei ao rei o escrito, e far-lhe-ei saber a interpretação.
18.Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o reino, e a grandeza, e a glória, e a majestade.
19.E por causa da grandeza, que lhe deu, todos os povos, nações e línguas tremiam e temiam diante dele; a quem queria matava, e a quem queria conservava em vida; e a quem queria engrandecia, e a quem queria abatia.
20.Mas quando o seu coração se exaltou, e o seu espírito se endureceu em soberba, foi derrubado do seu trono real, e passou dele a sua glória.
21.E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi  feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer a erva como os bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens e a quem quer constitui sobre ele.
22.E tu, Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que soubeste tudo isto.
23.E te levantaste contra o Senhor do céus, pois foram trazidos à tua presença os vasos da casa dele, e tu, os teus senhores, as tuas mulheres e as tuas concubinas, bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeiras e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida, e de quem são todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.
24.Então dele foi enviada aquela parte da mão, que escreveu este escrito.
25.Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, PERES, UFARSIM.
26.Esta é a interpretação daquilo: MENE: CONTOU DEUS O TEU REINO, E O ACABOU.
27.TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta.
28.PERES; Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas.
29.Então mandou Belsazar que vestissem a Daniel de púrpura, e que lhe pusessem uma cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem a respeito dele que havia de ser o terceiro no governo de seu reino.
30.Naquela noite foi morto, Belsazar, rei dos caldeus.
31.E Dario, o medo, ocupou o reino, sendo da idade de sessenta e dois anos.

27 de Novembro

PROVÉRBIOS 28:17-18
17.O HOMEM carregado do sangue de qualquer pessoa fugirá até à cova; ninguém o detenha.
18.O que anda sinceramente salvar-se-á, mas o perverso em seus caminhos cairá logo.

SALMO 119:97-112
Mem
97.OH! quanto amo a tua lei! é a minha meditação em todo o dia.
98.Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio do que os meus inimigos; pois estão sempre comigo.
99.Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação.
100.Entendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos.
101.Desviei os meus pés de todo caminho mau, para guardar a tua palavra.
102.Não me apartei dos teus juízos, pois tu me ensinaste.
103.Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca.
104.Pelos teus mandamentos alcancei entendimento; por isso odeio todo falso caminho.
Num
105.Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.
106.Jurei, e o cumprirei, que guardarei os teus justos juízos.
107.Estou aflitíssimo; vivifica-me, ó SENHOR, segundo a tua palavra.
108.Aceita, eu te rogo, as oferendas voluntárias da minha boca, ó SENHOR; ensina-me os teus juízos.
109.A minha alma está de contínuo nas minhas mãos; todavia não me esqueço da tua lei.
110.Os ímpios me armaram laço; contudo não me desviei dos teus preceitos.
111.Os teus testemunhos tenho eu tomado por herança para sempre, pois são o gozo do meu coração.
112.Inclinei o meu coração a guardar os teus estatutos, para sempre, até ao fim.

2 PEDRO 1:1-21
1.SIMÃO Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcançaram fé igualmente preciosa pela justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.
2.Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus, e de Jesus nosso Senhor.
3.Visto como o seu divino poder nos deus tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude;
4.pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo; 
uanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Filipenses 4:8
5.e vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa a virtude, e à virtude a ciência,
Fé: Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.” (Hebreus 11:1)
Virtude: 1.Qualidade de excelência moral (Fp 4:8). 2. Poder (1 Pe 2.9) 
Ciência: Soma de conhecimentos práticos da vida; sabedoria. (Dn 1:4; Jó 21:22; At 7:22; 1 Co 8:1, 13:8)
6.e à ciência a temperança, e à temperança a paciência; e à paciência a piedade,
7.e à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade.
8.Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.
9.Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados.
10.Portanto, irmãos, procurais fazer cada vez mais firmes a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto nunca jamais tropeçareis.
11.Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
12.Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade.
13.E tenho por justo, enquanto estiver neste tabernáculo, despertar-vos com admoestações,
14.sabendo que brevemente hei de deixar este meu tabernáculo, como também nosso Senhor Jesus Cristo já mo tem revelado.
15.Mas também eu procurarei em toda a ocasião que depois da minha morte tenhais lembrança destas coisas.
16.Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmo vimos a sua majestade.
17.Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido.
18.E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo.
19.E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.
20.Sabendo primeiramente isso: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
21.Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

DANIEL 4:1-37
1.NABUCODONOSOR rei, a todos os povos, nações e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada.
2.Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.
3.Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.
4.Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio.
5.Tive um sonho, que me espantou; e estando eu na minha cama, as imaginações e as visões da minha cabeça me turbaram.
6.Por isso expedi um decreto, para que fossem introduzidos à minha presença todos os sábios de Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
7.Então entraram os magos, os astrólogos, os caldeus e os adivinhadores, e eu contei o sonho diante deles; mas não me fizeram saber a sua interpretação.
8.Mas por fim entrou na minha presença Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos, e eu lhe contei o sonho, dizendo:
9.Beltessazar, mestre dos magos, pois eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil, dize-me as visões do meu sonho que tive e a sua interpretação.
10.Eis, pois, as visões da minha cabeça, estando eu na minha cama; eu estava assim olhando, e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;
11.crescia esta árvore, e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e era vista até aos confins da terra.
12.A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda a carne se mantinha dela.
13.Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, estando eu na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,
14.clamando fortemente, e dizendo assim: Derrubai a árvore, e cortai-lhe os ramos, sacuda as suas folhas, espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos.
15.Mas deixai na terra o tronco com as suas raízes, atada com cadeias de ferro e de bronze,  na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais na erva da terra;
16.seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e lhe seja dado coração de animal; e passem sobre ela sete tempos.
17.Esta sentença é por decreto dos vigias, e esta ordem por mandado dos santos, a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, a até ao mais humilde dos homens constitui sobre ele.
18.Este sonho eu, rei Nabucodonosor vi. Tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a sua interpretação, mas tu podes, pois há em ti o espírito dos deuses santos.
19.Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por uma hora, e os seus pensamentos o turbavam; falou, pois, o rei dizendo: Beltessazar, não te espante o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, dizendo: Senhor meu, seja o sonho contra os que te têm ódio, e a sua interpretação aos teus inimigos.
20.A árvore que viste, que cresceu, e se fez forte, cuja altura chegava até ao céu, e que foi vista por toda a terra;
21.cujas folhas eram formosas, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual moravam os animais do campo, e em cujos ramos habitavam as aves do céu;
22.és tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; a tua grandeza cresceu, e chegou até ao céu, e o teu domínio até à extremidade da terra.
23.E quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu, e dizia: Cortai a árvore, e destruí-a, mas o tronco com as suas raízes deixai na terra, e atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos;
24.esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor.
25.Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
26.E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina.
27.Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniquidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranquilidade.
28.Todas estas coisas vieram sobre o rei nabucodonosor.
29.Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de Babilônia,
30.falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência?
31.Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino.
32.E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
33.Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho de céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unha como as das aves.
34.Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.
35.E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?
36.No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros, e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada.
37.Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvor, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.