quinta-feira, 29 de setembro de 2016

3 de Maio

PROVÉRBIOS 14:20-21
20.O POBRE é odiado até pelo seu próximo, porém os amigos dos ricos são muitos.
21.O que despreza ao seu próximo peca, mas o que se compadece dos humildes é bem-aventurado.

SALMO 104:1-23
1.BENDIZE, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade.
2.Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina.
3.Põe nas águas as vigas das suas câmaras; faz das nuvens o seu carro, anda sobre as asas do vento.
4.Faz dos seus anjos espíritos, dos seus ministros um fogo abrasador.
5.Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum.
6.Tu a cobriste com o abismo, como com um vestido; as águas estavam sobre os montes.
7.À tua repreensão fugiram, a voz do trovão se apressaram.
8.Subiram aos montes, desceram aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.
9.Termo lhes puseste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra.
10.Tu, que fazes sair as fontes nos vales, as quais correm entre os montes.
11.Dão de beber a todo animal do campo; os jumentos monteses matam a sua sede.
12.Junto delas as aves do céu terão a sua habitação, cantando entre os ramos.
13.Ele rega os montes desde as suas câmaras; a terra farta-se do fruto das suas obras.
14.Faz crescer a erva para o gado, e a verdura para o serviço do homem, para fazer sair da terra o pão.
15.E o vinho que alegra o coração do homem, e o azeite que faz reluzir o seu rosto, e o pão fortalece o coração do homem.
16.As árvores do SENHOR fartam-se de seiva, os cedros do Líbano que ele plantou.
17.Onde as aves se aninham; quanto à cegonha, a sua casa é nas faias.
18.Os altos montes são para as cabras monteses, e os rochedos são refugio para os coelhos.
19.Designou a lua para as estações; o sol conhece o seu ocaso.
20.Ordenas a escuridão, e faz-se noite, na qual saem todos os animais da selva.
21.Os leõezinhos bramam pela presa, e de Deus buscam o seu sustento.
22.Nasce o sol e logo se acolhem, e se deitam nos seus covis.
23.Então sai o homem à sua obra e ao seu trabalho, até à tarde.

JOÃO 3:1-21
1.E HAVIA entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus.
2.Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que é Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.
3.Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
4.Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura , tornar a entrar  no ventre de sua mãe, e nascer?
5.Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
6.O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
7.Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.
8.O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, nas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.
9.Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode ser isso?
10.Jesus respondeu, e disse-lhe: Te és mestre de Israel, e não sabes isto?
11.Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos, e testificamos o que vimos; e não aceitais o nosso testemunho.
12.Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?
13.Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.
14.E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;
15.Para que todo aquele que nele cré não pereça, mas tenha a vida eterna.
16.Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu a seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
17.Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
18.Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
19.E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas oras eram más.
20.Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
21.Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.

JUÍZES 17:1-13
1.E HAVIA um homem da montanha de Efraim, cujo nome era Mica.
2.O qual disse à sua mãe: As mil e cem moedas de prata que te foram tiradas, por cuja causa lançaste maldições, e de que também me falaste, eis que esse dinheiro está comigo; eu o tomei. Então lhe disse sua mãe: Bendito do SENHOR seja meu filho.
3.Assim restituiu as mil e cem moedas, de prata à sua mãe; porém sua mãe disse: inteiramente tenho dedicado este dinheiro da minha mão ao SENHOR, para meu filho fazer uma imagem de escultura e uma de fundição; de sorte que agora to tornarei a dar.
4.Porém ele restituiu aquele dinheiro à sua mãe; e sua mãe tomou duzentas moedas de prata, e as deu ao ourives, o qual fez delas uma imagem de escultura e uma de fundição, que ficaram em casa de Mica.
5.E teve este homem, Mica, uma casa de deuses; e fez um éfode e terafins, e consagrou um de seus filhos, para que lhe fosse por sacerdote.
6.Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos.
7.E havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita, e peregrinava ali.
8.E este homem partiu da cidade de Belém de Judá para peregrinar onde quer que achasse conveniente. Chegando ele, pois, à montanha de Efraim, até à casa de Mica, seguindo o seu caminho.
9.Disse-lhe Mica: Donde vens? E ele lhe disse: Sou levita de Belém de Judá, e vou peregrinar onde quer que achar conveniente.
10.Então lhe disse Mica: Fica comigo, e sê-me por pai e sacerdote; e cada ano te darei dez moedas de prata, e vestuário, e o sustento. E o levita entrou.
11.E consentiu o levita em ficar com aquele homem; e o moço lhe foi como um de seus filhos.
12.E Mica consagrou o levita, e aquele moço lhe foi por sacerdote, e esteve em casa de Mica.
13.Então disse Mica: Agora sei que o SENHOR me fará bem; porquanto tenho um levita por sacerdote.

JUÍZES 18:1-31
1.NAQUELES dias não havia rei em Israel; e nos mesmos dias a tribo dos danitas buscava para si herança para habitar; porquanto até àquele dia entre as tribos de Israel não lhe havia caído por sorte sua herança.
2.E enviaram os filhos de Dã, da sua tribo, cinco homens dentre eles, homens valorosos, de Zorá e de Estaol, a espiar e reconhecer a terra, e lhes disseram: Ide, reconhecei a terra. E chegaram à montanha de Efraim, até à casa de Mica, e passaram ali a noite.
3.E quando eles estavam junto da casa de Mica, reconheceram a voz do moço, do levita; e dirigindo-se para lá, lhe disseram: Quem te trouxe aqui? Que fazes aqui? E que é que tens aqui?
4.E ele lhes disse: Assim e assim me tem feito Mica; pois me tem contratado, e eu lhe sirvo de sacerdote.
5.Então lhe disseram: Consulta a Deus, para que possamos saber se prosperará o caminho que seguimos.
6.E disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que seguis está perante o SENHOR.
7.Então foram-se aqueles cinco homens, e chegaram a Laís; e viram que o povo que havia no meio dela esta seguro, conforme ao costume dos sidônios, quieto e confiado; nem havia autoridade alguma do reino que por qualquer coisa envergonhasse a alguém naquela terra; também estavam longe dos sidônios, e não tinham relação com ninguém.
8.Então voltaram a seus irmãos, a Zorá e a Estaol, os quais lhes disseram: Que dizeis vós?
9.E eles disseram: Levantai-vos, e subamos contra eles; porque examinamos a terra, e eis que é muitíssimo boa E vós estareis aqui tranquilos? Não sejais preguiçosos em irdes para entrar a possuir esta terra.
10.Quando lá chegardes, vereis um povo confiado, e a terra é larga de extensão; porque Deus vo-la entregou nas mãos; lugar em que não há falta de coisa alguma que há na terra.
11.Então partiram dali da tribo dos danitas, de Zorá e de Estaol, seiscentos homens munidos de armas de guerra.
12.E subiram, e acamparam-se em Quiriate-Jearim, em Judá, então chamaram a este lugar Maané-Dã, até ao dia de hoje; eis que está por detrás de Quiriate-Jearim.
13.E dali passaram à montanha de Efraim; e chegaram até a casa de Mica.
14.Então responderam os cinco homens, que foram espiar a terra de Laís, e disseram a seus irmãos: Sabeis vós também que naquelas casas há um éfode, e terafins, e uma imagem de escultura e uma de fundição? Vede, pois, agora o que haveis de fazer.
15.Então se dirigiram para lá, e chegaram à casa do moço, o levita, em casa de Mica, e o saudaram.
16.E os seiscentos homens, que eram dos filhos de Dã, munidos com suas armas de guerra, ficaram à entrada da porta.
17.Porém subindo os cindo homens, que foram espiar a terra, entrara ali, e tomaram a imagem de escultura, o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, ficando o sacerdote em pé à entrada da porta, com os seiscentos homens que estavam munidos com as armas de guerra.
18.Entrando eles, pois, em casa de Mica, e tomando a imagem de escultura, e o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, disse-lhes o sacerdote: Que estais fazendo?
19.E eles lhe disseram: Cala-te, põe a mão na boca, e vem conosco, e sê-nos por pai e sacerdote É melhor ser sacerdote da casa de um só homem, do que ser sacerdote de uma tribo e de uma família em Israel?
20.Então alegrou-se o coração do sacerdote, e tomou o éfode, e os terafins, e a imagem de escultura; e entrou nomeio do povo.
21.Assim viraram, e partiram; e os meninos, e o gado, e a bagagem puseram diante de si.
22.E, estando já longe da casa de Mica, os homens que estavam nas casas junto à casa de Mica, reuniram-se, e alcançaram os filhos de Dã.
23.E clamaram após os filhos de Dã, os quais viraram os seus rostos, e disseram a Mica: Que tens, que tanta gente convocaste?
24.Então ele disse: Os meus deuses, que eu fiz, me tomastes, juntamente com o sacerdote, e partistes; que mais me resta agora? Como, pois, me dizeis: Que é que tens?
25.Porém os filhos de Dã lhe disseram: Não nos faças ouvir a tua voz, para que porventura homens de ânimo mau não se lancem sobre vós, e tu percas a tua vida, e a vida dos da tua casa.
26.Assim seguiram o seu caminho os filhos de Dã; e Mica, vendo que eram mais fortes do que ele, virou-se, e voltou à sua casa.
27.Eles, pois, tomaram o que Mica tinha feito, e o sacerdote que tivera, e chegaram a Laís, a um povo quieto e confiado, e os feriram ao fio da espada, e queimaram a cidade a fogo.
28.E ninguém houve que os livrasse, porquanto estavam longe de Sidom, e não tinham relações com ninguém, e a cidade estava no vale que está junto de Bete-Reobe; depois reedificaram a cidade e habitaram nela.
29.E chamaram-lhe Dã, conforme ao nome de Dã, seu pai, que nascera a Israel; era, porém, antes o nome desta cidade Laís.
30.E os filhos de Dã levantaram para si aquela imagem de escultura; e Jônatas, filho de Gérson, o filho de Manassés, ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos danitas até ao dia do cativeiro da terra.
31.Assim, pois, estabeleceram para si a imagem de escultura, que fizera Mica, por todos os dias em que a casa de Deus esteve em Siló.

2 de Maio

PROVÉRBIOS 14:17-19
17.O QUE se indigna à toa fará doidices, e o homem de maus intentos será odiado.
18.Os simples herdarão a estultícia, mas os prudentes serão coroados de conhecimento.
19.Os maus inclinam-se diante dos bons, e os ímpios diante das portas dos justos

SALMO 103:1-22
1.BENDIZE, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao santo nome.
2.Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.
3.Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades,
4.Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia,
5.Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.
6.O SENHOR faz justiça e juízo a todos os oprimidos.
7.Fez conhecidos os seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel.
8.Misericordioso e piedoso é o SENHOR; longânimo e grande em benignidade.
9.Não reprovará perpetuamente, nem para sempre reterá a sua ira.
10.Não no tratou segundo os nossos pecados, nem nos recompensou segundo as nossas iniquidades.
11.Pois assim como o céu está elevado acima da terra,  assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.
12.Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.
13.Assim como um pai se compadece de seus filhos. assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem.
14.Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.
15.Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.
16.Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido.
17.Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos.
18.Sobre aqueles que guardam a sua aliança, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprir.
19.O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o ser reino domina sobre tudo.
20.Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, vós que excedeis em força, que guardais os seus mandamentos, obedecendo à voz da sua palavra.
21.Bendizei ao SENHOR, todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais o seu beneplácito.
22.Bendizei ao SENHOR, toas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio; bendize, ó minha alma, ao SENHOR.

JOÃO 2:1-25
1.E AO terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.
2.E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.
3.E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.
4.Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chega a minha hora.
5.Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.
6.E estava ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes.
7.Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima.
8.E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram.
9.E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (Não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo,
10.e disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.
11.Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.
12.Depois disto desceu a Cafarnaum, ele, e sua mãe, e seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias.
13.E estava próxima a páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
14.E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados.
15.E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas;
16.e disse aos que vendiam pombos; Tirai daqui estes, e não façais da casa de meu Pai casa de venda.
17.E os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devorará.
18.Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Que sinal nos mostras para fazeres isto?
19.Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei.
20.Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias?
21.Mas ele falava do templo do seu corpo.
22.Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito.
23.E, estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.
24.Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia;
25.e não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem.

JUÍZES 15:1-20
1.E ACONTECEU, depois de alguns dias, que, na sega do trigo, Sansão visitou a sua mulher, com um cabrito, e disse: Entrarei na câmara de minha mulher. Porém o pai dela não o deixou entrar.
2.E disse-lhe seu pai: Por certo pensava eu que de todo a desprezavas; de sorte que a dei ao teu companheiro; porém não é sua irmã mais nova, mais formosa do que ela? Toma-a, pois, em seu lugar.
3.Então Sansão disse acerca deles: Inocente sou esta vez para com os filisteus, quando lhes fizer algum mal.
4.E foi Sansão, e pegou trezentas raposas; e, tomando tochas, as virou cauda a cauda, e lhes pôs uma tocha no meio de cada duas caudas.
5.E chegou fogo às tochas, e largou-as na seara dos filisteus; e assim abrasou os molhos com a sega do trigo, e as vinhas e os olivais.
6.Então perguntaram os filisteus: Quem fez isto? E responderam: Sansão, o genro do timnita, porque lhe tomou a sua mulher, e a deu a seu companheiro. Então subiram os filisteus, e queimaram a fogo a ela e a seu pai.
7.Então lhes disse Sansão: É assim que fazeis? Pois, havendo-me vingado eu de vós, então cessarei.
8.E feriu-os com grande ferimento, pernas juntamente com coxa; e desceu, e habitou na fenda da rocha de Etã.
9.Então os filisteus subiram, e acamparam-se contra Judá, e estenderam-se por Leí.
10.E perguntaram-lhes os homens de Judá: Por que subistes contra nós? E eles responderam: Subimos para amarrar a Sansão, para lhe fazer a ele com ele nos fez a nós.
11.Então três mil homens de Judá desceram até a fenda da rocha de Etã, e disseram a Sansão: Não sabias tu que os filisteus dominam sobre nós? Por que, pois, nos fizeste isto? E ele lhes disse: Assim como eles me fizeram a mim, eu lhes fiz a eles.
12.E disseram-lhe: Descemos para te amarrar e te entregar nas mãos dos filisteus. Então Sansão lhes disse: Jurai-me que vós mesmo não me acometereis.
13.E eles lhe falaram, dizendo: Não, mas fortemente te amarraremos, e te entregaremos nas mãos deles; porém de maneira nenhuma te mataremos. E amarraram-no com duas cordas novas e fizeram-no subir da rocha.
14.E, vindo ele a Leí, os filisteus lhe saíram ao encontro, jubilando; porém o Espírito do SENHOR poderosamente se apossou dele, e as cordas que ele tinha nos braços se tornaram como fios de linho que se queimaram no fogo, e as suas amarraduras se desfizeram das suas mãos.
15.E achou uma queixada fresca de um jumento, e estendeu a sua mão, e tomou-a, e feriou com ela mil homens.
16.Então disse Sansão: Com uma queixada de jumento, montões sobre montões; com uma queixada de jumento feri a mil homens.
17.E aconteceu que, acabando ele de falar, lançou a queixada da sua mão; e chamou aquele lugar Ramate-Leí.
18.E como tivesse grande sede, clamou ao SENHOR, e disse: Pela mão do teu servo tu deste esta grande salvação, morrerei eu pois agora de sede, e cairei na mão destes incircuncisos?
19.Então Deus fendeu uma cavidade que estava na queixada; e saiu dela água, e bebeu; e recobrou o seu espírito e reanimou-se; por isso chamou aquele lugar: A fonte do que clama, que está em Leí até ao dia de hoje.
20.E julgou a Israel, nos dias dos filisteus, vinte anos.

JUÍZES 16:1-31
1.E FOI Sansão a Gaza, e viu ali uma mulher prostituta, e entrou a ela.
2.E foi dito aos gazitas: Sansão entrou aqui. Cercaram-no, e toda a noite lhe puseram espias à porta da cidade; porém toda a noite estiveram quietos, dizendo: Até à luz da manhã esperaremos; então o mataremos.
3.Porém Sansão deitou-se até à meia-noite, e à meia-noite se levantou, e arrancou as portas da entrada da cidade com ambas as umbreiras, e juntamente com a tranca as tomou, pondo-as sobre os ombros; e levou-as para cima até ao cume do monte que está defronte de Hebrom.
4.E depois disto aconteceu que se afeiçoou a uma mulher do vale  de Soreque, cujo nome era Dalila.
5.Então os príncipes dos filisteus subiram a ela, e lhe disseram: Persuade-o, e vê em que consiste a sua grande força, e como poderíamos assenhorear-nos dele e amarrá-lo, para assim o afligirmos; e te daremos, cada um de nós, mil e cem moedas de prata.
6.Disse, pois, Dalila a Sansão: Declara-me, peço-te, em que consiste a tua grande força, e com que poderias ser amarrado para te poderem afligir.
7.Disse-lhe Sansão: Se me amarrassem com sete vergas de vimes frescos, que ainda não estivessem secos, então me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
8.Então os príncipes dos filisteus lhe trouxeram sete vergas de vimes frescos, que ainda não estavam secos; e amarraram-no com elas.
9.E o espia estava com ela na câmara interior. Então ela lhe disse: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. Então quebrou as vergas de vimes, como se quebra o fio da estopa ao cheiro do fogo; assim não se soube em que consistia a sua força.
10.Então disse Dalila a Sansão: Eis que zombaste de mim, e me disseste mentiras; ora declara-me agora com que poderias ser amarrado.
11.E ele disse: Se me amarrassem fortemente com cordas novas, que ainda não houvessem sido usadas, então me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
12.Então Dalila tomou cordas novas, e o amarrou com elas, e disse-lhe: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. E o espia estava na recâmara interior. Então as quebrou de seus braços como a um fio.
13.E disse Dalila a Sansão: Até agora zombaste de mim, e me disseste mentiras, declara-me pois, agora, com que poderias ser amarrado? E ele lhe disse: Se teceres sete tranças dos cabelos da minha cabeça com os liços da teia.
14.E ela as fixou com uma estaca, e disse-lhe: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. Então ele despertou do seu sono, e arrancou a estaca das tranças tecidas, juntamente com o liço da teia.
15.Então ela lhe disse: Como dirás: Tenho-te amor, não  estando comigo o teu coração? Já três vezes zombaste de mim, e ainda não me declaraste em que consiste a tua força.
16.E sucedeu que, importunando-o ela todos os dias, com as suas palavras, e molestando-o, a sua alma se angustiou até a morte.
17.E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca passou navalha pela minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
18.Vendo, pois, Dalila que já lhe descobrira todo o seu coração, mandou chamar os príncipes dos filisteus, dizendo: Subi esta vez, porque agora me descobriu ele todo o seu coração. E os príncipes dos filisteus subiram a ter com ela, trazendo com eles o dinheiro.
19.Então ela o fez dormir sobre os seus joelhos, e chamou a um homem, e rapou-lhe as sete tranças do cabelo de sua cabeça; e começou a afligi-lo, e retirou-se dele a sua força.
20.E disse ela: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. E despertou ele do seu sono, e disse: Sairei ainda esta vez como dantes, e me sacudirei. Porque ele não sabia que já o SENHOR se tinha retirado dele.
21.Então os filisteus pegaram nele, e arrancaram-lhe os olhos, e fizeram-no descer a Gaza, e amarraram-no com duas cadeias de bronze, e girava ele um moinho do cárcere.
22.E o cabelo da sua cabeça começou a crescer, como quando foi rapado.
23.Então os príncipes dos filisteus se ajuntaram para oferecer um grande sacrifício ao seu deus Dagom, e para se alegrarem, e diziam: Nosso deus nos entregou nas mãos a Sansão, nosso inimigo.
24.Semelhantemente, vendo-o o povo, louvava ao seu deus; porque dizia: Nosso deus nos entregou nas mãos  nosso inimigo, e ao que destruía a nossa terra, e ao que multiplicava os nossos mortos.
25.E sucedeu que, alegrando-se-lhes o coração, disseram: Chamai a Sansão, para que brinque diante de nós. E chamaram a Sansão do cárcere, que brincava diante deles, e fizeram no estar em pé entre as colunas.
26.Então disse Sansão ao moço que o tinha pela mão: Guia-me para que apalpe as colunas em que se sustém a casa para que me encoste a elas.
27.Ora estava a casa cheia de homens e mulheres; e também ali estavam todos os príncipes dos filisteus; e sobre o telhado havia uns três mil homens e mulheres, que estavam vendo Sansão brincar.
28.Então Sansão clamou ao SENHOR, e disse: Senhor Deus, peço-te que te lembres de mim, e fortalece-me agora só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filisteus, pelos meus dois olhos.
29.Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre elas, com a sua mão direita numa, e com a sua esquerda na outra.
30.E disse Sansão: Morra eu, com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela havia; e horam mais os mortos que matou na sua morte do que os que matara em sua vida.
31.Então seus irmãos desceram, e toda a casa de seu pai, e tomaram-no, e subiram com ele, e sepultaram-no entre Zorá e Estaol, no sepulcro de Manoá, seu pai. Ele julgou a Israel vinte anos.



1 de Maio

PROVÉRBIOS 14:15-16
15.O SIMPLES dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.
16.O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo se encoleriza, e dá-se por seguro.

SALMO 102:1-28
1.SENHOR, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor.
2.Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa.
3.Porque os meus dias se consomem como a fumaça, e os meus ossos ardem como  lenha.
4.O meu coração está ferido e seco como a erva, por isso me esqueço de comer o meu pão.
5.Por causa da voz do meu gemido os meus ossos se apegam à minha pele.
6.Sou semelhante ao pelicano no deserto; sou como um mocho nas solidões.
7.Vigio, sou como o pardal solitário no telhado.
8.Os meus inimigos me afrontam todo o dia, os que se enfurecem contra mim têm jurado contra mim.
9.Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida.
10.Por causa da tua ira e da tua indignação, pois tu me levantaste e me arremessaste.
11.Os meus dias são como a sombra que declina, e como a erva me vou secando.
12.Mas tu, SENHOR, permanecerás para sempre, a tua memória de geração em geração.
13.Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou.
14.Porque os teus servos têm prazer nas suas pedras, e se compadecem do seu pó.
15.Então os gentios temerão o nome do SENHOR, e todos os reis da terra a tua glória.
16.Quando o SENHOR edificar a Sião, aparecerá na sua glória.
17.Ele atenderá à oração do desamparado, e não desprezará a sua oração.
18.Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao SENHOR.
19.Pois olhou desde o alto do seu santuário, desde os céus o SENHOR contemplou a terra,
20.Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados à morte;
21.Para anunciarem o nome do SENHOR em Sião, e o seu louvor em Jerusalém,
22.Quando os povos se ajuntarem, e os reinos, para servirem ao SENHOR.
23.Abateu a minha força no caminho; abrevou os meus dias.
24.Dizia eu: Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias, os teus anos são por todas as gerações.
25.Desde a antiguidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos.
26.Eles perecerão,mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os murarás, e ficarão mudados.
27.Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim.
28.Os filhos dos teus servos continuarão, e a sua semente ficará firmada perante ti.

29 de Abril

PROVÉRBIOS 14:11-12
11.A CASA dos ímpios se desfará, mas a tenda dos retos florescerá.
12.Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.

SALMO 100:1-5
1.CELEBRAI com júbilo ao SENHOR, todas as terras.
2.Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto.
3.Sabei que O SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelha do seu pasto.
4.Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.
5.Porque o SENHOR é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração.

LUCAS 24:13-53
13.E EIS que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús.
14.E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido.
15.E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles.
16.Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não reconhecessem.
17.E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes?
18.E, respondendo um, cujo nome era Cléopas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias?
19.E ele lhes perguntou: quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo;
20.e como os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram.
21.E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram.
22.É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro,
23.e, não achando o seu corpo, voltaram, dizendo que também tinham visto uma visão de anjos, que dizem que ele vive.
24.E alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; porém, a ele não o viram.
25.Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram!
26.Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória?
27.E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.
28.E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe.
29.E eles o constrangeram, dizendo: Fia conosco,  porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles.
30.E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu.
31.Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes.
32.E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?
33.E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles,
34.os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão.
35.E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão.
36.E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco.
37.E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito.
38.E ele lhes disse: Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações?
39.Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
40.E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés.
41.E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e estando maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer?
42.Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel;
43.o que ele tomou, e comeu diante deles.
44.E disse-lhes: são estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos.
45.Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.
46.E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos,
47.e em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.
48.E destas coisas sois vós testemunhas.
49.E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.
50.E levou-os fora, até Betânia; e, levantando as suas mãos, os abençoou.
51.E aconteceu que, abençoando-os ele, se apartou deles e foi elevado ao céu.
52.E, adorando-o eles, retornaram com grande júbilo para Jerusalém.
53.E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém.

JUÍZES 9:22-57
22.HAVENDO, pois, Abimeleque dominado três anos sobre Israel,
23.enviou Deus um mau espírito entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém; e estes se houveram aleivosamente contra Abimeleque;
24.para que a violência feita aos setenta filhos de Jerubaal viesse, e o seu sangue caísse sobre Abimeleque, seu irmão, que os matara, e sobre os cidadãos de Siquém, que fortaleceram as mãos dele para matar a seus irmãos;
25.e os cidadãos de Siquém puseram contra ele quem lhe armasse emboscadas sobre os cumes dos montes; e a todo aquele que passava pelo caminho junto a eles o assaltavam; e contou-se isso a Abimeleque.
26.Veio também Gaal, filho de Ebede, com seus irmãos, e passaram a Siquém; e os cidadãos de Siquém confiaram nele.
27.E saíram ao campo, e vindimaram as suas vinhas, e pisaram as uvas, e fizeram festas; e foram à casa de seu deus, e comeram, e beberam, e amaldiçoaram a Abimeleque.
28.E disse Gaal, filho de Ebede: Quem é Abimeleque, e quem é Siquém, para que o sirvamos? Não é porventura filho de Jerubaal? E não é Zebul o seu mordomo? Servi antes aos homens de Hamor, pai de Siquém; pois, por que razão serviríamos nós a ele?
29.Ah! se este povo estivera na minha mão, eu expulsaria a Abimeleque. E diria a Abimeleque: Multiplica o teu exército, e sai.
30.E, ouvindo Zebul, o maioral da cidade, as palavras de Gaal, filho de Ebede, se acendeu a sua ira;
31.e enviou astutamente mensageiros a Abimeleque, dizendo: Eis que Gaal, filho de Ebede, e seus irmãos vieram a Siquém, e eis que eles estão sublevando esta cidade contra ti.
32.Levanta-te, pois, de noite, tu e o povo que tiveres contigo, e põe emboscadas no campo.
33.E levanta-te pela manhã ao sair o sol, e dá de golpe sobre a cidade; e eis que, saindo contra ti, ele e o povo que tiver com ele, faze-lhe como puderes.
34.Levantou-se, pois, Abimeleque, e todo o povo que com ele havia de noite, e puseram emboscadas a Siquém, com quatro tropas.
35.E Gaal, filho de Ebede, saiu, e pôs-se à entrada da porta da cidade; e Abimeleque, e todo o povo que com ele havia, se levantou das emboscadas.
36.E, vendo Gaal aquele povo, disse a Zebul: Eis que desce gente dos cumes dos montes. Zebul, ao contrário, lhe disse: As sombras dos montes vês como se fossem homens.
37.Porém Gaal ainda tornou a falar, e disse: Eis ali desce gente do meio da terra, e uma tropa vem do caminho do carvalho de Meonenim.
38.Então lhe disse Zebul: Onde está agora a tua boca com a qual dizias: Quem é Abimeleque, para que o srivamos? Não é este porventura o povo que desprezaste? Sai pois, peço-te, e peleja contra ele.
39.E saiu Gaal à vista dos cidadãos de Siquém, e pelejou contra Abimeleque.
40.E Abimeleque o perseguiu porquanto fugiu de diante dele; e muitos feridos caíram até à entrada da porta da cidade.
41.E Abimeleque ficou em Aruma. E Zebul expulsou a Gaal e a seus irmãos, para que não pudessem habitar em Siquém.
42.E sucedeu no dia seguinte que o povo saiu ao campo; disto foi avisado Abimeleque.
43.Então tomou o povo, e o repartiu em três tropas, pôs emboscadas no campo; e olhou, e eis que o povo saía da cidade, e levantou-se contra ele, e o feriu.
44.Porque Abimeleque, e as tropas que com ele havia, romperam de improviso, e pararam à entrada da porta da cidade; e as outras duas tropas deram de improviso sobre todos quantos estavam no campo, e os feriram.
45.E Abimeleque pelejou contra a cidade todo aquele dia, e tomou a cidade, e matou o povo que nela havia; e assolou a cidade, e a semeou de sal.
46.O que ouvindo todos os cidadãos da torre entraram na fortaleza, na casa do deus Berite.
47.E contou-se a Abimeleque que todos os cidadãos da torre de Siquém se haviam congregado.
48.Subiu, pois, Abimeleque ao monte Salmom, ele e todo o povo que com ele havia; e Abimeleque tomou na sua mão um machado, e cortou um ramo de árvore, e o levantou, e pô-lo ao seu ombro, e disse ao povo, que com ele havia: O que me vistes fazer apressai-vos a fazê-lo assim com eu.
49.Assim, pois, cada um de todo o povo, também cortou o seu ramo e seguiu a Abimeleque; e pondo os ramos junto da fortaleza, queimaram-na a fogo com os que nela estavam, de modo que todos os da torre de Siquém morreram, uns mil homens e mulheres.
50.Então Abimeleque foi a Tebes e a sitiou, e a tomou.
51.Havia, porém, no meio da cidade uma torre forte; e todos os homens e mulheres, e todos os cidadãos da cidade se refugiaram nela, e fecharam após si as portas, e subiram ao eirado da torre.
52.E Abimeleque veio até a torre, e a combateu; e chegou-se até à porta da torre, para a incendiar.
53.Porém uma mulher lançou um pedaço de uma mó sobre a cabeça de Abimeleque, e quebrou-lhe o crânio.
54.Então chamou logo ao moço, que levava as suas armas, e disse-lhe: Desembainha a tua espada, e mata-me; para que não se diga de mim: Uma mulher o matou. E o moço o atravessou e ele morreu.
55.Vendo, pois, os homens de Israel que Abimeleque já era morto, foram-se cada um apara o seu lugar.
56.Assim Deus fez tornar sobre Abimeleque o mal que tinha feito a seu pai, matando a seus setenta irmãos.
57.Como  também todo o mal dos homens de Siquém fez tornar sobre a cabeça deles; e a maldição de Jotão, filho de Jerubaal, veio sobre eles.

JUÍZES 10:1-18
1.E DEPOIS de Abimeleque, se levantou, para livrar a Israel, Tola, filho de Puá, filho de Dodo, homem de Issacar; e habitava em Samir, na montanha de Efraim.
2.E julgou a Israel vinte e três anos; e morreu, e foi sepultado em Samir.
3.E depois dele se levantou Jair gileadita, e julgou a Israel vinte e dois anos.
4.E tinha este trinta filhos, que cavalgavam sobre trinta jumentos; e tinham trinta cidades, a que chamaram Havote-Jair, até ao dia de hoje; as quais estão na terra de Gileade.
5.E morreu Jair, e foi sepultado em Camom.
6.Então tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, e serviram aos baalins, e a Astarote, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus e deixaram ao SENHOR, e não o serviram.
7.E a ira do SENHOR se acendeu contra Israel; e vendeu-os nas mãos dos filisteus, e nas mãos dos filhos de Amom.
8.E naquele mesmo ano oprimiram e vexaram aos filhos de Israel; dezoito anos oprimiram a todos os filhos de Israel que estavam além do Jordão, na terra dos amorreus, que está em Gileade.
9.Até os filhos de Amom passaram o Jordão, para pelejar também contra Judá, e contra Benjamim, e contra a casa de Efraim, de modo que Israel ficou muito angustiado.
10.Então os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, dizendo: Contra ti havemos pecado, visto que deixamos a nosso Deus, e servimos aos baalins.
11.Porém o SENHOR disse aos filhos de Israel: Porventura dos egípcios, e dos amorreus, e dos filhos de Amom, e dos filisteus,
12.e dos sidônios, e dos amalequitas, e dos maronitas, que vos oprimiam, quando a mim clamastes, não vos livrei das suas mãos?
13.Contudo vós me deixastes a mim, e servistes a outros deuses; pelo que não vos livrarei mais.
14.Ide, e clamai aos deuses que escolhestes; que eles vos livrem no tempo do vosso aperto.
15.Mas os filhos de Israel disseram ao SENHOR: Pecamos; faze-nos conforme a tudo quanto te parecer bem aos teus olhos; tão-somente te rogamos que nos livres nesta vez.
16.E tiraram os deuses alheios do meio de si, e serviram ao SENHOR; então se angustiou a sua alma por causa da desgraça de Israel.
17.E os filhos de Amom, se reuniram e se acamparam em Gileade; e também os de Israel se congregaram, e se acamparam em Mizpá.
18.Então o povo e os príncipes de Gileade disseram uns aos outros: Quem será o homem que começará a pelejar contra os filhos de Amom? Ele será por cabeça de todos os moradores de Gileade.

HOJE SE COMEMORA
Dia de Santa Catarina de Sena
Dia Mundial da Dança
Dia do Crítico Teatral

28 de Abril

PROVÉRBIOS 14:9-10
9.OS INSENSATOS zombam do pecado, mas entre os restos há benevolência.
10.O coração conhece a sua própria amargura, e o estranho não participará no íntimo das sua alegria.

SALMO 99:1-9
1.O SENHOR reina, tremam os povos. Ele está assentado entre os querubins; comova-se a terra.
2.O SENHOR é grande em Sião, e mais alto do que todos os povos.
3.Louvem o teu nome, grande e tremendo, pois é santo.
4.Também o poder do Rei ama o juízo; tu firmas a equidade, fazes juízo e justiça em Jacó.
5.Exaltai ao SENHOR nosso Deus, e prostrai-vos diante do escabelo de seus pés, pois é santo.
6.Moisés e Arão, entre os seus sacerdotes, e Samuel entre os que invocam o seu nome, clamavam ao SENHOR, e Ele lhes respondia.
7.Na coluna de nuvem lhes falava; eles guardaram os seus testemunhos, e os estatutos que lhes dera.
8.Tu os escutaste, SENHOR nosso Deus: tu foste um Deus que lhes perdoaste, ainda que tomaste vingança dos seus feitos.
9.Exaltai ao SENHOR nosso Deus e adorai-o no seu monte santo, pois o SENHOR nosso Deus é santo.

LUCAS 23:44-56
44.ERA já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol;
45.e rasgou-se ao meio o véu do templo.
46.E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
47.E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: na verdade, este homem era justo.
48.E toda a multidão que se ajuntara a este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos.
49.E todos os seus conhecidos, e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galiléia, estavam de longe vendo estas coisas.
50.E eis que um homem por nome José, senador, homem de bem e justo,
51.que não tinha consentido no conselho e nos atos dos outros, de Arimatéia, cidade dos judeus, e que também esperava o reino de Deus;
52.esse, chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus.
53.E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo num sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto.
54.E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado.
55.E as mulheres que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo.
56.E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento.

LUCAS 24:1-12
1.E NO primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas.
2.E acharam a pedra revolvida do sepulcro.
3.E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus.
4.E aconteceu que, estando elas muito perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes.
5.E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhe disseram. Por que buscais o vivente entre os mortos?
6.Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia,
7.dizendo: Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite.
8.E lembraram-se das suas palavras.
9.E, voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os demais.
10.E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago, e as outras que com elas estavam, as que diziam estas coisas aos apóstolos.
11.E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram.
Significado de desvario 
12.Pedro, porém, levantando-se, correu ao sepulcro e, abaixando-se, viu só os lençóis ali postos; e retirou-se, admirando consigo aquele caso.

JUÍZES 8:18-35
18.DEPOIS perguntou a Zeba e Salmuna: Que homens eram os que matastes em Tabor? E disseram: Como és tu, assim eram eles; cada um parecia filho de rei.
19.Então disse ele: Meus irmãos eram, filhos de minha mãe; vive o SENHOR, que, se os tivésseis deixado com vida, eu não vos mataria.
20.E disse a Jeter, seu primogênito: Levanta-te, mata-os. Porém o moço não puxou da sua espada, porque temia; porquanto ainda era jovem.
21.Então disseram Zeba e Salmuna: Levanta-te, e acomete-nos; porque, qual o homem, tal a sua valentia. Levantou-se, pois, Gideão, e matou a Zeba e a Salmuna, e tomou os ornamentos que estavam nos pescoços dos seus camelos.
22.Então os homens de Israel disseram a Gideão: Domina sobre nós, tanto tu, como teu filho e o filho de teu filho; porquanto nos livraste da mão dos midianitas.
23.Porém Gideão lhes disse: Sobre vós eu não dominarei, nem tampouco meu filho sobre vós dominará; o SENHOR sobre vós dominará.
24.E disse-lhes mais Gidieão: Uma petição vos varei: Dá-me, cada um de vós, os pendentes do seu despojo (porque tinham pendentes de ouro, porquanto eram ismaelitas).
25.E disseram eles: De boa vontade os daremos. E estenderam uma capa, e cada um deles deitou ali um pendente do seu despojo.
26.E foi o peso dos pendentes de ouro, que pediu, mil e setecentos siclos de ouro, afora os ornamentos, e as cadeias, e as vestes de púrpura que traziam os reis dos midianistas, e afora as coleiras que os camelos traziam ao pescoço.
27.E fez Gideão dele um éfode, e colocou-o na sua cidade, em Ofra; e todo o Israel prostituiu-se ali após ele; e foi por tropeço a Gideão e à sua casa.
28.Assim foram abatidos os midianitas diante dos filhos de Israel, e nunca mais levantaram a sua cabeça; e sossegou a terra quarenta anos nos dias de Gideão.
29.E foi Jerubaal, filho de Joás, e habitou em sua casa.
30.E teve Gideão setenta filhos, que procederam dele, porque tinha muitas mulheres.
31.E sua concubina, que estava em Siquém, lhe deu à luz também um filho; e pôs-lhe por nome Abimeleque.
32.E faleceu Gideão, filho de Joás, num boa velhice; e foi sepultado no sepulcro de seu pai Joás, em Ofra dos abiezritas.
33.E sucedeu que, como Gideão faleceu, os filhos de Israel tornaram a se prostituir após os baalins; e puseram a Baal-Berite por deus.
34.E assim os filhos de Israel não se lembraram do SENHOR seu Deus, que os livrara da mão de todos os seus inimigos ao redor.
35.Nem usaram de beneficência com a casa de Jerubaal, a saber, de Gideão, conforme a todo o bem que ele havia feito a Israel.

JUÍZES 9:1-21
1.E ABIMELEQUE, filho de Jerubaal, foi a Siquém, aos irmãos de sua mãe, e falou-lhes e a toda a geração da casa do pai de sua mãe, dizendo:
2.Falai, peço-vos, aos ouvidos de todos os cidadãos de Siquém: Qual é melhor para vós, que setenta homens, todos os filhos de Jerubaal, dominem sobre vós, ou que um homem sobre vós domine: Lembrai-vos também de que sou osso vosso e carne vossa.
3.Então os irmãos de sua mãe falaram acerca dele perante os ouvidos de todos os cidadãos de Siquém todas aquelas palavras; e o coração deles se inclinou a seguir Abimeleque, porque disseram: É nosso irmão.
4.E deram-lhe setenta peças de prata, da casa de Baal-Berite; e com elas alugou Abimeleque uns homens ociosos e levianos, que o seguiram.
5.E veio à casa de seu pai, a Ofra e matou a seus irmãos, os fihos de Jerubaal, setenta homens, sobre um apedra. Porém Jotão, filho menor de Jerubaal, ficou, porque se tinha escondido.
6.Então se ajuntaram todos os cidadãos de Siquém, e toda a casa de Milo, e foram, e constituíram a Abimeleque rei, junto ao carvalho, alto que está perto de Siquém.
7.E, dizendo-o a Jotão, foi e pôs se ao cume do monte de Gerizim, e levantou a sua voz, e clamou e disse-lhes: Ouvi-me cidadãos de Siquém, e Deus vos ouvirá a vós;
8.foram uma vez as árvores a ungir para si um rei, e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
9.Porém a oliveira lhes disse: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, e iria pairar sobre as árvores?
10.Então disseram as árvores à figueira: Vem tu, e reina sobre nós.
11.Porém a figueira lhes disse: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto , e iria pairar sobre as árvores?
12,Então disseram as árvores à videira: Vem tu, e reina sobre nós.
13.Porém a videira lhes disse: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, e iria pairar sobre as árvores?
14.Então todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu, e reina sobre nós.
15.E disse o espinheiro às árvores: Se, na verdade, me ungis por rei sobre vós, vinde, e confiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro que consuma os cedros do Líbano.
16.Agora, pois, se é que em verdade e sinceridade agistes, fazendo rei a Abimeleque, e se bem fizestes para com Jerubaal e para com a sua casa, e se com ele usastes conforme as merecimento das suas mãos
17.(Porque meu pai pelejou por vós, e desprezou a sua vida, e vos livrou da mão dos midianitas;
18.porém vós hoje vos levantastes contra a casa de meu pai, e matastes a seus filhos, setenta homens, sobre uma pedra; e a Abimeleque, filho da sua serva, fizestes reinar sobre os cidadãos de Siquém, porque é vosso irmão);
19.pois, se em verdade e sinceridade usastes com Jerubaal e com a sua casa hoje alegrai-vos, com Abimeleque, e também ele se alegre convosco.
20.Mas, se não, saia fogo de Abimeleque, e consuma aos cidadãos de Siquém, e a casa de Milo; e saia fogo dos cidadãos de Siquém e da casa de Milo, que consuma a Abimeleque.
21.Então partiu Jotão, e fugiu e foi para Beer; e ali habitou por medo de Abimeleque, seu irmão.

HOJE SE COMEMORA
Dia da Educação
Dia da Sogra
Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho
Dia Nacional da Caatinga
Dia de Combate ao Acidente no Trabalho
Dia Mundial da Medicina Veterinária (2018)

27 de Abril

PROVÉRBIOS 14:7-8
7.DESVIA-TE do homem insensato, porque nele não acharás             lábios de conhecimento.
8.A sabedoria do prudente é entender o seu o seu caminho, mas a estultícia dos insensatos é engano.

SALMO 97:1-12
1.O SENHOR reina, regozije-se a terra; alegrem-se as muitas ilhas.
2.Nuvens e escuridão estão ao redor dele; justiça e juízo são a base do seu trono.
3.Um fogo vai adiante dele, e abrasa os seus inimigos em redor. 
4.Os relâmpagos iluminam o mundo; a terra viu e tremeu.
5.Os montes derretem como cera na presença do SENHOR, na presença do SENHOR de todas a terra.
6.Os céus anunciam a sua justiça, e todos os povos vêem a sua glória.
7.Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos os deuses.
8.Sião ouviu e se alegrou; e os filhos de Judá se alegraram por causa da tua justiça, ó SENHOR.
9.Pois tu, SENHOR, és o mais alto sobre toda a terra; tu és muito mais exaltado do que todos os deuses.
10.Vós, que amais ao SENHOR, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios.
11.A luz semeia-se para o justo, e a alegria para os retos de coração.
12.Alegrai-vos, ó justos, no SENHOR, e dai louvores à memória da sua santidade.

SALMO 98:1-9
1.CANTAI ao SENHOR um cântico novo, porque fez maravilhas; e sua destra e o seu braço santo lhe alcançaram a salvação.
2.O SENHOR fez notória a sua salvação, manifestou a sua justiça perante os olhos dos gentios.
3.Lembrou-se da sua benignidade e da sua verdade para com a casa de Israel; todas as extremidades da terra viram a salvação do nosso Deus.
4.Exultai no SENHOR toda a terra; exclamai a alegai-vos de prazer, e cantai louvores.
5.Cantai louvores ao SENHOR com a harpa; com a harpa e a voz do canto.
6.Com trombetas e som de cornetas, exultai perante a face do SENHOR, do Rei
7.Brame o mar e a sua plenitude; o mundo e os que nele habitam.
8.Os rios batam as palmas; regozijem-se também as montanhas,
9.Perante a face do SENHOR, porque vem  a julgar a terra; com justiça julgará o mundo, e o povo com equidade.

LUCAS 23:13-43
13.CONVOCANDO Pilatos os principais dos sacerdotes, e os magistrados, e o povo,
14.disse-lhes: Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das de que o acusais, acho neste homem.
15.Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte.
16.Castigá-lo-ei, pois, e soltá-o-ei.
17.E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa.
18.Mas toda a multidão clamou a uma, dizendo: Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás.
19.O qual fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio.
Sedição: Perturbação da ordem pública.Agitação.
20.Falou, pois, outra vez Pilatos, querendo soltar a Jesus.
21.Mas eles clamavam em contrário, dizendo: Cruifica-o, crucifica-o.
22.Então ele, pela terceira vez, lhes disse: Mas que mal fez este? Não acho nele culpa alguma de morte. Castigá-lo-ei pois, e soltá-lo-ei.
23.Mas eles instavam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E os seus gritos, e os dos principais dos sacerdotes, redobravam.
24.Então Pilatos julgou que devia fazer o que eles pediam.
25.E soltou-lhes o que fora lançado na prisão por uma sedição e homicídio, que era o que pediam; mas entregou Jesus a vontade deles.
26.E quando o iam levando, tomaram um certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus.
27.E seguia-o grande multidão de povo e de mulheres, as quais batiam nos peitos, e olamentavam.
28. Jesus, porém voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos.
29.Porque eis que hão de vir dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram!
30.Então começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós, e aos outeiros: Cobri-nos.
31.Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco?
32.E também conduziram outros dois,que eram malfeitores, para com ele serem mortos.
33. E, quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.
34.E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançadram sortes.
35.E o povo estava olhando. E também os príncipes zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Cristo, o escolhido de Deus.
36.E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre.
37.E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo.
38.E também por cima dele, estava um título, escrito em letras gregas, romanas e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS.
39.E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
40.Respondendo, porém o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
41.E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
42.E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
43.E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

JUÍZES 7:1-25
1.ENTÃO Jerubaal (que é Gideão) se levantou de madrugada, e todo o povo que com ele havia, e se acamparam junto à fonte de Harode, de maneira que tinha o arraial dos midianitas para o norte, no vale, perto do outeiro de Moré.
2.E disse o SENHOR a Gideão. Muito é o povo que está contigo, para eu dar aos midianitas em sua mão; a fim de que Israel não se glorie contra mim, dizendo: A minha me livrou.
3.Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
4.E disse o SENHOR a Gideão: Ainda há muito povo; faze-os descer às águas, e e ali os provarei, e será que daquele de que eu te disser: Este irá contigo, esse contigo irá; porém de todo aquele, de que eu te disser: Este não irá contigo, esse não irá.
5.E fez descer o povo às águas. Então o SENHOR disse a Gideão: Qualquer que lamber as águas com a sua língua, como as lambe o cão, esse porás à parte; com também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber.
6.E foi o número dos que lamberam, levando a mão à boca, trezentos homens; e todo o restante do povo se abaixou de joelhos a beber as águas.
7.E disse o SENHOR a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam as águas vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; portanto, todos os demais se retirem, cada um ao seu lugar.
8.E o povo tomou na sua mão a provisão e as suas buzinas, e enviou a todos os outros homens de Israel cada um à sua tenda, porém os trezentos homens reteve; e estava o arraial dos midianitas embaixo, no vale.
9.E sucedeu que, naquela mesma noite, o SENHOR lhe disse: Levanta-te, e desce ao arraial, porque o tenho dado na tua mão.
10.E, se ainda temes descer, desce tu e teu moço Purá, ao arraial;
11.e ouvirás o que dizem, e então, fortalecidas as tuas mãos descerás ao arraial. Então desceu ele com o seu moço Purá até ao extremo das sentinelas que estavam no arraial.
12.E os midianitas, os amalequitas, e todos os filhos do oriente jaziam no vale como gafanhotos em multidão; e eram inumeráveis os seus camelos, como a areia que há na praia do mar.
13.Chegando, pois, Gideão, eis que estava contando um homem ao seu companheiro um sonho, e dizia: Eis que tive um sonho, eis que um pão de cevada torrado rodava pelo arraial dos midianitas, e chegava até à tenda, e a feriu, e caiu, e a transtornou de cima para baixo; e ficou caída.
14.E respondeu o seu companheiro, e disse: Não é isto outra coisa, senão a espada de Gideão, filho de Joás, varão israelita. Deus tem dado na sua mão aos midianitas, e todo este arraial.
15.E sucedeu que, ouvindo Gideão a narração deste sonho, e a sua explicação, adorou; e voltou ao arraial de Israel, e disse: Levantai-vos, porque o SENHOR tem dado o arraial dos midianitas nas vossas mãos.
16.Então dividiu os trezentos homens em três companhias; e deu-lhes a cada um, nas suas mãos, buzinhas, e cântaros vazios, com tochas neles acesas.
17.E disse-lhes: Olhai para mim, e fazei comoeu fizer; e eis que, chegando eu à extremidade do arraial será que, como eu fizer, assimfareis vós.
18.Tocando eu a buzinha, eu e todos osque comigo estiverem, então também vós trocareis a buzina ao redor de todo o arraial, e direis: Espada do SENHOR, e de Gideão.
19.Chegou, pois, Gideão, e os cem homens que com ele iam ao extremo do arraial ao princípio da vigília da meia noite, havendo sido de pouco trocadas as guardas, então tocaram as buzinas, e quebram os cântaros, que tinham nas máos.
20.Assim tocaram as três companias as buzinas, e quebraram os cântaros; e ticham nas suas mãos esquerdas as tocha acesas, e nas suas mãos direitas as buzinas, para tocarem, e clamaram: Espada do SENHOR, e de Gideão.
21.E conservou-se cada um no seu lugar ao redor do arraial; então todo o exército pôs se a correr e, gritando, fugiu.
22.Tocando, pois, os trezentos as buzinhas, o SENHOR tornou a espada de um contra o outro, e isto em todo o arraial, que fugiu para zererá, até Bete-Sita, até aos limites de Abel-meolá, acima de Tabate.
23.Então os homens de Israel, de Naftali, de Aser e de todo o Manassés foram convoscados, e perseguiram aos midianitas.
24.Também Gideão enviou mensageiros a todas as montanhas de Efraim, dizendo: Descei ao encontro dos midianitas, e tomai-lhes as águas até Bete-Bara, e também o Jordão. Convocados, pois, todos os homens de Efraim tomaram-lhes as águas até Bete-Bara e o Jordão.
25.E prenderam a dois príncipes dos midianitas, a Orebe e a Zeebe; e mataram a Orebe na penha de Orebe, e a Zeebe mataram nolagar de Zeebe, e perseguiram aos midianitas; e trouxeram as cabeças de Aorebe e de Zeebe a Gideão, além do Jordão.

JUÍZES 8:1-17
1. ENTÃO os homens de Efraim lhes disseram: Que é isto que nos fizeste, que não nos chamaste, quando fostes pelejar contra os midianitas: E contenderam com ele fortemente.
2.Porém ele lhes disse: Que mais fiz eu agora do que vós: Não são porventura os rabiscos de Efraim melhors do que a vindima de Abiezer?
3.Deus vos deu na vossa mão os príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe; que mais pude eu fazer do que vós: Então a sua ira se abrandou para com ele, quando falou esta palavra.
4.E, como Gideão veio ao Jordão, passou com os trezentos homens que com ele estavam, já cansados, mas ainda perseguindo.
5.E disse aos homens de Sucote: Dai, peço-vos, alguns pedaços de pão aopovo, que segue as minhas pisadas; porque estão cansados, e eu vou ao encalço de Zeba e Salmuna, reis dos midianitas.
6.Porém os príncipes de Sucote disseram: Estão já, Zeba e Salmuna, em tua mão, para que demos pão ao teu exército?
7.Então disse Gideão: Pois quando o SENHOR der na minha mão a Zeba e a Salmuna, trilharei a vossa carne com os espinhos do deserto, e com os abrolhos.
8.E dali subiu a Penuel, e falou-lhes da mesma maneira; e os homens de Penuel lhe responderam como os homens de Sucote lhe haviam respondido.
9.Por isso também falou aos homens de Penuel, dizendo: Quando eu voltar em paz, derribarei esta torre.
10.Estavam, pois, Zeba e Salmuna em Carcor, e os seus exércitos com eles, uns quinze mil homens, todos os que restaram do exército dos filhos do oriente; e os que caíram foram cento e vinte mil homens, que puxavam da espada.
11.E subiu Gideão pelo caminho dos que habitavam em tendas, para o oriente de Nobá e Jogbeá; e feriu aquele exército, porquanto o exército estava descuidado.
12.E fugiram Zeba e Saluma; porém ele os perseguiu, e tomou presos a ambos os reis dos midianitas, a Zeba e a Salmuna, e afugentou a todo o exército.
13.Voltando, pois, Gideão, filho de Joás, da peleja, antes do nascer do sol, 
14.tomou preso a um moço dos homens de Sucote, e lhe fez perguntas; o qual lhe deu por escrito os nomes dos prícipes de Sucote, e dos seus anciãos, setenta e sete homens.
15.Então veio aos homens de Sucote, e disse: Vede aqui a Zeba e a Salmuna, a respeito dos quais desprezivelmente me escarnecestes, dizendo: Estão já, Zeba e Salmuna, na tua mão, para que demos pão aos teus homens, já cansados?
16.E tomou os anciãos daquela cidade, e os espinhos do deserto, e os abrolhos; e com eles ensinou aos homens de Sucote.
17.E derrubou a torre de Penuel, e matou os homens da cidade.

HOJE SE COMEMORA:
Dia da Empregada Doméstica
Dia de Santa Zita para os Católicos
Dia Mundial do Designer Gráfico - World Graphics Day
Dia da Liberdade na África do Sul





26 de Abril

PROVÉRBIOS 14:5-6
5. A VERDADEIRA testemunha não mentirá, mas a testemunha falsa se desboca em mentiras.
6.O escarnecedor busca sabedoria e não acha nenhuma, para o prudente, porém o conhecimento é fácil.

SALMO 95:1-11
1.VINDE, cantemos ao SENHOR; jubilemos à rocha da nossa salvação.
2.Apresentemo-nos ante a sua face com louvores, e celebremo-lo com salmos.
3.Porque o SENHOR é Deus grande, e Rei grande sobre todos os deuses.
4.Nas suas mão estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes, são suas.
5.Seu é o mar, e ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca.
6.Ó vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR que nos criou.
7.Porque ele é o nosso Deus, e nós povo do seu pasto e ovelhas da sua mão. Se hoje ouvirdes a sua voz,
8.Não endureçais os vossos corações, assim como na provocação e como no dia da tentação no deserto;
9.Quando vossos pais me tentaram, me provaram e viram a minha obra.
10.Quarenta anos estive desgostado com esta geração, e disse: É um povo que erra de coração, e não tem conhecido os meus caminhos.
11.A quem jurei na minha ira que não entrarão o meu repouso.

SALMO 96:1-13
1.CANTAI ao SENHOR um cântico novo, cantai ao SENHOR  toda a terra.
2.Cantai ao SENHOR, bendizei o teu nome, anunciai a sua salvação de dia em dia.
3.Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos as suas maravilhas.
4.Porque grande é o SENHOR, e digno de louvor, mais temível do que todos os deuses.
5.Porque todos os deuses dos povos são ídolos, ma o SENHOR fez os céus.
6.Glória e majestade estão ante à sua face, força e formosura no seu santuário.
7.Dai ao SENHOR , ó famílias dos povos, dai ao SENHOR glória e força.
8.Dai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferenda, e entrai nos seus átrios.
9.Adorai ao SENHOR na beleza da santidade; tremei diante dele toda a terra.
10.Dizei entre os gentios que o SENHOR reina. O mundo também se firmará para que se não abale; julgará os povos com retidão.
11.Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra; brame o mar e a sua plenitude.
12.Alegre-se o campo com tudo o que há nele; etão se regozijarão todas as árvores do bosque,
13.Ante a face do SENHOR, porque vem, porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.

LUCAS 22:54-71
54.ENTÃO, prendendo-o, o levaram, e o puseram em casa do sumo sacerdote. E Pedro seguia-o de longe.
55.e,havendo-se acendido fogo no meio do pátio, estando todos sentados, assentou-se Pedro entre eles.
56.E como certa criada, vendo-o estar assentado ao fogo, pondo os olhos nele, disse: Este também estava com ele.
57.Porém, ele negou-o, dizendo: Mulher, não o conheço.
58.e, um pouco depois, vendo-o outro, disse: Tu és também deles. Mas Pedro disse: Homem, não sou.
59.E, passada quase uma hora, um outro afirmava, dizendo: Também este verdadeiramente estava com ele, pois também é galileu.
60.E Pedro disse: Homem, não sei o que dizes. E logo, estando ele ainda a falar, cantou o galo.
61.E, virando-se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, como lhe havia dito: Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes.
62.E, saindo Pedro para fora chorou amargamente.
63.E os homens que detinham Jesus zombavam dele, ferindo-o.
64.E, vendando-lhe os olhos, feriam-no no rosto, e perguntavam-lhe, dizendo: Profetiza, quem é que te feriu?
65.E outras muitas coisas diziam contra ele, blasfemando.
66.E logo que foi dia ajuntaram-se os anciãos do povo, e os principais dos sacerdotes e os escribas, e o conduziram ao seu concílio, e lhe perguntaram;
67.És tu o Cristo? Dize-no-lo. Ele replicou: Se vo-lo disser, não o crereis;
68.e também, se vos perguntar, não me respondereis, nem me soltareis.
69.Desde agora o filho do homem se assentará à direita do poder de Deus.
70.E disseram todos: Logo, és tu o Filho de Deus? E ele lhes disse: Vós dizeis que eu sou.
71.Então disseram: De que mais testemunho necessitamos? pois nós mesmos o ouvimos da sua boca.

LUCAS 23:1-12
1.E, LEVANTANDO-SE toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.
2.E começaram a acusá-lo, dizendo: Havemos achado este pervertendo a nossa nação, proibindo dar o tributo a César, e dizendo que ele mesmo é Cristo, o rei.
3.E Pilatos perguntou-lhe, dizendo: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes.
4.E disse Pilatos aos principais dos sacerdotes, e à multidão: Não acho culpa alguma neste homem.
5.Mas eles insistiam cada vem mais, dizendo: Alvoroça o povo ensinando por toda a Judéia, começando desde a Galiléia até aqui.
6.Então Pilatos, ouvindo falar da Galiléia perguntou se aquele homem era galileu.
7.E, sabendo que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes, que também naqueles dias estava em Jerusalém.
8.E Herodes, quando viu a Jesus, alegrou-se muito, porque havia muito que desejava vê-lo, por ter ouvido dele muitas coisas; e esperava que lhe veria fazer algum sinal.
9.e interrogava-o com muitas palavras, mas ele nada lhe respondia.
10.E estavam os principais dos sacerdotes, e os escribas, acusando-o com grande veemência.
11.E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente e tornou a enviá-lo a Pilatos.
12.E no mesmo dia, Pilatos e Herodes entre si se fizeram amigos; pois dantes andavam em inimizade um com o outro.

JUÍZES 6:1-40
1.PORÉM os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR; e o SENHOR os deu nas mãos dos midianitas por sete anos.
2.E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, as cavernas e as fortificações.
3.Porque sucedia que, semeando Israel, os midianitas e os amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam.
4.E punham-se contra ele em campo, e destruíam os frutos da terra, até chegarem a Gaza; e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos.
5.Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em grande multidão que não se podia contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra, para a destruir.
6.assim Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas; então os filhos de Israel clamaram ao SENHOR.
7.E sucedeu que, clamando os filhos de Israel ao SENHOR por causa dos midianitas,
8.enviou o SENHOR um profeta aos filhos de Israel, que lhes disse: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Do Egito eu vos fiz subir, e vos tirei da casa da servidão;
9.e vos livrei da mão dos egípcios, e da mão de todos quando vos oprimiam; e os expulsei de diante de vós, e a vós dei a sua terra.
10.E vos disse: Eu sou o SENHOR vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; mas não destes ouvidos à minha voz.
11.Então o anjo do SENHOR veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas.
12.Então o anjo do SENHOR lhe apareceu, e lhe disse: o SENHOR é contigo, homem valoroso.
13.Mas Gideão lhe respondeu: Ai, Senhor meu, se o SENHOR é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o SENHOR subir do Egito? Porém agora o SENHOR nos desamparou, e nos deus nas mãos dos midianitas.
14.Então o SENHOR olhou para ele, e disse: Vai nesta tua força, e lirarás a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu?
15.E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai.
16.E o SENHOR lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas com se fossem um só homem.
17.E ele disse: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo.
18.Rogo-te que daqui não te apartes, até que eu volte e traga o meu presente, e o ponha perante ti. E disse: Eu esperarei até que voltes.
19.E entrou Gideão e preparou um cabrito e pães ázimos de um efa de farinha; a carne pôs num cesto e o caldo pôs numa panela; e trouxe-lho até debaixo do carvalho, e lho ofereceu.
20.Porém o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os pães ázimos, e põe-nos sobre esta penha e derrama-lhe o caldo. E assim fez.
21.E o anjo do SENHOR estendeu a ponta do cajado, que estava na sua mão, e tocou a carne e os pães ázimos; então subiu o fogo da penha, e consumiu a carne e os pães ázimos, e o anjo do SENHOR desapareceu de seus olhos.
22.Então viu Gideão que era o anjo do SENHOR e disse: Ah, SENHOR Deus,pois vi o anjo do SENHOR face a face.
23.Porém o SENHOR lhe disse: Paz seja contigo; não temas; não morrerás.
24.Então Gideão edificou ali um altar ao SENHOR, e chamou-lhe o SENHOR É PAZ; e ainda até o dia de hoje está em Ofra dos abiezritas.
25.E aconteceu naquela mesma noite, que o SENHOR lhe disse: Toma o boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele.
26.E edifica ao SENHOR teu Deus um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente; e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque.
27.Então Gideão tomou dez homens dentre os seus servos, e fez como o SENHOR lhe dissera; e sucedeu que, temendo ele a casa de seu pai, e os homens daquela cidade, não o fez de dia, mas fê-lo de noite.
28.Levantando-se, pois, os homens daquela cidade, de madrugada, eis que estava o altar de Baal derrubado, e o bosque estava ao pé dele, cortado; e o segundo boi oferecido no altar que fora edificado.
29.E uns aos outros disseram: Quem fez esta coisa? E, esquadrinhando, e inquirindo, disseram: Gideão, o filho de Joás, fez esta coisa.
30.Então os homens daquela cidade disseram a Joás: Tira para fora a seu filho; para que morra; pois derribou o altar de Baal, e cortou o bosque que estava ao pé dele.
31.Porém Joás disse a todos os que se puseram contra ele: Contendereis vós por Baal? Livrá-lo-eis vós? Qualquer  que por ele contender ainda esta manhã será morto; se é deus, por si mesmo contenda; pois derrubaram o seu altar.
32.Por isso naquele dia lhe chamaram Jerubaal, dizendo: Baal contenda contra ele, pois derrubou o seu altar.
33.E todos os midianitas e amalequitas, e os filhos do oriente se ajuntaram, e passaram, e acamparam no vale de Jizreel.
34.Então o espírito do SENHOR revestiu a Gideão, o qual tocou a buzina, e os abiezritas se ajuntararam após ele.
35.E enviou mensageiros por toda a tribo de Manassés, que também se ajuntou após ele; também enviou mensageiros a Aser, e a Zebulom, e a Naftali, que saíram-lhe ao encontro.
36.E disse Gideão a Deus: Se há de livrar a Israel por minha mão, como disseste,
37.eis que eu porei um velo de lã na eira; se o orvalho estiver somente no velo, e toda a terra ficar seca, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão como disseste.
38.E assim sucedeu; porque no outro dia se levantou de madruga, e apertou o velo; e do orvalho que espremeu do velo, encheu uma taça de água.
39.E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez, rogo-te que só esta vez faça o prova com o velo; rogo-te que só o velo fique seco, e em toda a terra haja o orvalho.
40.E Deus assim fez naquela noite; pois só o velo ficou seco, e sobre toda a terra havia orvalho.