PROVÉRBIOS 10:27-28
27.O TEMOR do SENHOR aumenta os dias, mas os perversos terão os anos da vida abreviados.
28.A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos perversos perecerá.
SALMO 49:1-20
1.OUVI isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do mundo,
2.Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres.
3.A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.
4.Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola, declararei o meu enigma na harpa.
5.Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniquidade dos que me armam ciladas?
6.Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas.
7.Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele.
8.(Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre),
9.Para que viva para sempre, e não veja corrupção.
10.Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens.
11.O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes.
12.Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem.
13.Este caminho deles é a sua loucura, contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.)
14.Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles.
15.Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.)
16.Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece.
17.Porque, quando morrer; nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará.
18.Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens de louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo,
19.Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz.
20.O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
3 de Março
PROVÉRBIOS 10:23
23.PARA o tolo, o cometer desordem é divertimento; mas para o homem entendido é o ter sabedoria.
SALMO 46:1-11
1.DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
2.Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
3.Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
4.Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
5.Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.
6.Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
7.O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
8.Vinda, contemplai as obras do SENHOR; que desolações tem feito na terra!
9.Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
10.Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
11.O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
23.PARA o tolo, o cometer desordem é divertimento; mas para o homem entendido é o ter sabedoria.
SALMO 46:1-11
1.DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
2.Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
3.Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
4.Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
5.Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.
6.Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
7.O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
8.Vinda, contemplai as obras do SENHOR; que desolações tem feito na terra!
9.Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
10.Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
11.O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
2 de Março
PROVÉRBIOS 10:22
10.A BÊNÇÃO do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores.
SALMO 45:1-17
1.O MEU coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor.
2.Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre.
3.Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade.
4.E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade ], da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis.
5.As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti.
6.O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; e cetro do teu reino é um cetro de equidade.
7.Tu amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
8.Todas as tuas vestes cheiram a mirra e aloés e cássia, desde os palácios de marfim de onde te alegram.
9.As filhas dos reis estavam ente as tuas ilustres mulheres; à tua direita estava a rainho ornada de finíssimo ouro de Ofir.
10.Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa do teu pai.
11.Então o rei se afeiçoará da tua formosura, pois ele é teu SENHOR, adora-o.
12.E a filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu favor.
13.A filha do rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.
14.Levá-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti.
15.Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei.
16.Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra.
17.Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso oso povos te louvarão eternamente.
10.Não o mudará nem o trocará bom por mau, ou mau por bom; se porém de alguma maneira trocar animal por animal, tanto um como o outro, será santo.
11.E, se for algum animal imundo, dos que não se oferecem em oferta ao SENHOR, então apresentará o animal diante do sacerdote,
12.e o sacerdote o avaliará, seja bom ou seja mau; segundo a avaliação do sacerdote, assim será.
13.Porém, se de alguma maneira o resgatar, então acrescentará a sua quinta parte sobre a tua avaliação.
APOCALIPSE 2:1-29
1.ESCREVE ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de outro:
2.Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
3.E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.
4.Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
5.Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras, quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.
6.Tens, porém, insto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.
7.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.
8.E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu.
9.Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás.
10.Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
11.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.
12.E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios;
13.Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.
14.Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem.
15.Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio.
16.Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.
17.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.
18.E AO ANJO da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Folho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente:
19.Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.
20.Mas tenho contra tique toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.
21.E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu.
22.Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virão grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.
23.E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.
24.Mas eu vos digo a vós, e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina, e não conheceram, como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei.
25.Mas o que tendes, retende-o até que eu venha.
26.E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,
27.e com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai.
28.E dar-lhe-ei a estrela da manhã.
29.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
10.A BÊNÇÃO do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores.
SALMO 45:1-17
1.O MEU coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor.
2.Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre.
3.Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade.
4.E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade ], da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis.
5.As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti.
6.O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; e cetro do teu reino é um cetro de equidade.
7.Tu amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
8.Todas as tuas vestes cheiram a mirra e aloés e cássia, desde os palácios de marfim de onde te alegram.
9.As filhas dos reis estavam ente as tuas ilustres mulheres; à tua direita estava a rainho ornada de finíssimo ouro de Ofir.
10.Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa do teu pai.
11.Então o rei se afeiçoará da tua formosura, pois ele é teu SENHOR, adora-o.
12.E a filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu favor.
13.A filha do rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.
14.Levá-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti.
15.Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei.
16.Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra.
17.Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso oso povos te louvarão eternamente.
MARCOS 10:32-52
32.E IAM no caminho, subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles. E eles maravilhavam-se, e seguiam-no atemorizados. E, tornando a tomar consigo os doze, começou a dizer-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir,
33.dizendo: Eis que nós subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios.
34.E o escarnecerão, e açoitarão, e cuspirão nele, e o matarão; e, ao terceiro dia, ressuscitará.
35.E aproximaram-se dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo: Mestre, queremos que nos faças o que te pedirmos.
36.E ele lhes disse: Que quereis que vos faça?
37.E eles lhe disseram: Concede-nos que na tua glória nos assentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda.
38.Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis; podeis vós beber o cálice que eu bebo, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado?
39.E eles, lhe disseram: Podemos. Jesus, porém, disse-lhes: Em verdade, vós bebereis o cálice que eu beber, e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado;
40.mas, o assentar-se à minha direita, ou à minha esquerda, não me pertence a mim concedê-lo, mas isso é para aqueles a quem está reservado.
41.E os dez, tendo ouvido isto, começaram a indignar-se contra Tiago e João.
42.Mas, Jesus, chamando-os a si, disse-lhes: Sabeis que os que julgam ser príncipes dos gentios, deles se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre eles;
43.mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser ser grande, será vosso serviçal;
44.e qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.
45.Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.
46.Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto do caminho mendigando.
47.E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.
48.E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim.
49.E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama.
50.E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus.
51.E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça: E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista.
52.E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.
LEVÍTICO 25:47-55
47.E SE o estrangeiro ou peregrino que está contigo alcançar riqueza, e teu irmão, que está com ele, empobrecer, e vender-se ao estrangeiro ou peregrino que está contigo, ou a alguém da família do estrangeiro,
48.depois que se houver vendido, haverá resgate para ele; um de seus irmãos o poderá resgatar;
49.ou seu tio, ou o filho de seu tio o poderá resgatar; ou um dos seus parentes, da sua família, o poderá resgatar; ou, se alcançar riqueza, se resgatará a si mesmo.
50.E acertará com aquele que o comprou, desde o ano que se vendeu a ele até ao ano do jubileu, e o preço da sua venda será conforme o número dos anos; conforme os dias de um diarista estará com ele.
51.Se ainda faltarem muitos anos, conforme a eles restituirá, para seu resgate, parte do dinheiro pelo qual foi vendido,
52.e se ainda restarem poucos anos até ao ano do jubileu, então fará contas com ele; segundo os seus anos restituirá o seu resgate.
53.Como diarista, de ano em ano, estará com ele; não se assenhoreará sobre ele com rigor diante dos teus olhos.
54.E, se deste sorte não se resgatar, sairá no ano do jubileu, ele e seu filhos com ele.
55.Porque os filhos de Israel me são servos; meus servos são eles, que tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus.
LEVÍTICO 26:1-46
1.NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus.
2.Guardareis o meu santuário. Eu sou o SENHOR.
3.Se andardes nos meus estatutos; e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes,
4.então eu vos darei as chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua colheita, e a árvore do campo dará o seu fruto;
5.e a debulha se vos chegará à vindima, e a vindima se chegará à sementeira; e comereis o vosso pão a fartar; e habitareis seguros na vossa terra.
6.Também darei paz na terra, e dormireis seguros, e não haverá quem vos espante; e farei cessar os animais nocivos da terraq, e pela vossa terra não passará espada.
7.E perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós.
8.Cinco de vós perseguirão a um cento deles, e cem de vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós.
9.E para vós olharei, vos farei frutificar, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco.
10.E comereis da colheita velha, há muito tempo guardada, e tirareis fora a velha por causa da nova.
11.E porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma de vós não se enfadará.
12.E andarei no meio de vós, e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo.
13.Eu sou o SENHOR vosso Deus, que vos tirei da terra dos egípcios, para que não fôsseis seus escravos; e quebrei os timões do vosso jugo, e vos fiz andar eretos.
14.Mas, se não me ouvirdes, e não cumprirdes todos estes mandamentos,
15.e se rejeitardes os meus estatutos, e a vossa alma se enfadar dos meus juízos, não cumprindo todos os meus mandamentos, para invalidar a minha aliança,
16.então eu também vos farei isto: porei sobre vós terror, a tísica e a febre ardente, que consumam os olhos e atormentem a alma; e semeareis em vão a vossa semente, pois os vosso inimigos a comerão.
17.E porei a minha face contra vós, e sereis feridos diante de vossos inimigos, e os que vos odeiam, de vós se assenhorearão, e fugireis, sem ninguém vos perseguir.
18.E, se ainda com estas coisas não me ouvirdes, então eu prosseguirei a castigar-vos sete vezes mais, por causa dos vossos pecados.
19.Porque quebrarei a soberba da vossa força; e farei que os vossos céus sejam como ferro e a vossa terra como cobre.
20.E em vão se gastará a vossa força; a vossa terra não dará a sua colheita, e as árvores da terra não darão o seu fruto.
21.E se andardes contrariamente para comigo, e não me quiserdes ouvir, trar-vos-ei pragas sete vezes mais, conforme os vossos pecados.
22.Porque enviarei entre vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e desfarão o vosso gado, e vos diminuirão; e os vossos caminhos serão desertos.
23.Se ainda com estas coisas não vos corrigirdes voltando para mim, mas ainda andardes contrariamente para comigo,
24.eu também andarei contrariamente para convosco, e eu, eu mesmo, vos ferirei sete vezes mais por causa dos vossos pecados.
25.Porque trarei sobre vós a espada, que executará a vingança da aliança; e ajuntados sereis nas vossas cidades; então enviarei a peste entre vós, e sereis entregues na mão do inimigo.
26.Quando eu vos quebrar o sustento do pão, então dez mulheres cozerão o vosso pão num só forno, e devolver-vos-ão o vosso pão por pesos; e comereis, mas não vos fartareis.
27.E se com isto não me ouvirdes, mas ainda andardes contrariamente para comigo,
28.também eu para convosco andarei contrariamente em furor; e vos castigarei sete vezes mais por causa dos vossos pecados.
29.Porque comereis a carne de vossos filhos, e a carne de vossas filhas.
30.E destruirei os vossos altos, e desfarei as vossas imagens, e lançarei os vossos cadáveres sobre os cadáveres dos vossos deuses; a minha alma se enfadará de vós.
31.E reduzirei as vossas cidades a deserto, e assolarei os vossos santuários, e não cheirarei o vosso cheiro suave.
32.E assolarei a terra e se espantarão disso os vossos inimigos que nela morarem.
33.E espalhar-vos-ei entre as nações, e desembainharei a espada atrás de vós; e a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas.
34.Então a terra folgará nos seus sábados, todos os dias da sua assolação, e vós estareis na terra dos vossos inimigos; então a terra descansará, e folgará nos seus sábados.
35.Todos os dias da assolação descansará, porque não descansou nos vossos sábados, quando habitáveis nela.
36.E, quanto aos que de vós ficarem, eu porei tal pavor nos seus corações, nas terras dos seus inimigos, que o ruído de uma folha movida os perseguirá; e fugirão como quem foge da espada; e cairão sem ninguém os perseguir.
37.E cairão uns sobre os outros como diante da espada, sem ninguém os perseguir; e não podereis resistir diante dos vossos inimigos.
38.E perecereis entre as nações, e a terra dos vossos inimigos vos consumirá.
39.E aqueles que entre vós ficarem se consumirão pela sua iniquidade nas terras dos vossos inimigos, e pela iniquidade de seus pais com eles se consumirão.
40.Então confessarão a sua iniquidade, e a iniquidade de seus pais, com as suas transgressões, com que transgrediram contra mim; como também eles andaram contrariamente para comigo.
41.Eu também andei para com eles contrariamente, e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se então o seu coração incircunciso se humilhar, e então tomarem por bem o castigo da sua iniquidade,
42.também eu me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão me lembrarei, e da terra me lembrarei.
43.E a terra será abandonada por eles, e folgará nos seus sábados, sendo assolada por causa deles; e tomarão por bem o castigo da sua iniquidade, em razão mesmo de que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se enfastiou dos meus estatutos.
44.E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou o SENHOR seus Deus
45.Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Deus, eu sou o SENHOR.
46.Estes são os estatutos, e os juízos, e as leis que deu o SENHOR entre si os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés.
LEVÍTICO 27:1-13
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando alguém fizer particular voto, segundo a tua avaliação serão as pessoas ao SENHOR.
3.Se for a tua avaliação de um homem, da idade de vinte anos até a idade de sessenta, será a tua avaliação de cinquenta siclos de prata, segundo siclo do santuário.
4.Porém, se for mulher, a tua avaliação será de trinta siclos.
5.E, se for de cinco anos até vinte, a tua avaliação de um homem será vinte siclos e da mulher dez siclos.
6.E, se for de um mês até cinco anos, a tua avaliação de um homem será de cinco siclos de prata, e a tua avaliação pela mulher será de três siclos de prata.
7.E, se for de sessenta anos e acima, pelo homem a tua avaliação será de quinze siclos e pela mulher dez siclos.
8.Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, então apresentar-se-á diante do sacerdote, para que o sacerdote o avalie; conforme as posses daquele que fez o voto, o avaliará o sacerdote.
9.E, se for animal dos que se oferecem em oferta ao SENHOR, tudo quanto der dele ao SENHOR será santo.10.Não o mudará nem o trocará bom por mau, ou mau por bom; se porém de alguma maneira trocar animal por animal, tanto um como o outro, será santo.
11.E, se for algum animal imundo, dos que não se oferecem em oferta ao SENHOR, então apresentará o animal diante do sacerdote,
12.e o sacerdote o avaliará, seja bom ou seja mau; segundo a avaliação do sacerdote, assim será.
13.Porém, se de alguma maneira o resgatar, então acrescentará a sua quinta parte sobre a tua avaliação.
APOCALIPSE 2:1-29
1.ESCREVE ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de outro:
2.Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
3.E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.
4.Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
5.Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras, quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.
6.Tens, porém, insto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.
7.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.
8.E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu.
9.Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás.
10.Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
11.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.
12.E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios;
13.Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.
14.Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem.
15.Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio.
16.Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.
17.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.
18.E AO ANJO da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Folho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente:
19.Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.
20.Mas tenho contra tique toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.
21.E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu.
22.Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virão grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.
23.E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.
24.Mas eu vos digo a vós, e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina, e não conheceram, como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei.
25.Mas o que tendes, retende-o até que eu venha.
26.E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,
27.e com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai.
28.E dar-lhe-ei a estrela da manhã.
29.Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
25 de Fevereiro
PROVÉRBIOS 10:15-16
15.OS BENS do rico são a sua cidade forte, a pobreza dos pobres a sua ruína.
16.A obra do justo conduz à vida, o fruto do perverso, ao pecado.
SALMO 41:1-13
1.BEM-AVENTURADO é aquele que atende ao pobre; o SENHOR o livrará no dia do mal.
2.O SENHOR o livrará, e o conservará em vida; será abençoado na terra, e tu não o entregarás à vontade de seus inimigos.
3.O SENHOR o sustentará no leito da enfermidade; tu o restaurarás da sua cama de doença.
4.Dizia eu: SENHOR, tem piedade de mim; sara a minha alma, porque pequei contra ti.
5.Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo: Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome?
6.E, se algum deles vem ver-me, fala coisas vãs; no seu coração amontoa a maldade; saindo para fora, é disso que fala.
7.Todos os que me odeiam murmuram à uma contra mim; contra mim imaginam o mal, dizendo:
8.Uma doença má se lhe tem apegado; e agora que está deitado, não se levantará mais.
9.Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
10.Porém tu, SENHOR, tem piedade de mim, e levanta-me, para que eu lhes dê pago.
11.Por isto conheço eu que tu me favoreces; que o meu inimigo não triunfa de mim.
12.Quanto a mim, tu me sustentas na minha sinceridade, e me puseste diante da tua face para sempre.
13.Bendito seja o SENHOR Deus de Israel de século em século, Amém e Amém.
MARCOS 7:24-36
24.LEVANTANDO-SE dali, foi para os termos de Tiro e de Sidom. E, entrando numa casa, não queria que alguém o soubesse, mas não pôde esconder-se.
25.porque uma mulher, cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi e lançou-se aos seus pés.
26.E esta mulher era grega, siro-fenícia de nação, e rogava-lhe que expulsasse de sua filha o demônio.
27.Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos, porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
27.Ela, porém, respondeu, e disse-lhe: Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem, debaixo da mesa, as migalhas dos filhos.
28.Então ele disse-lhe: Por essa palavra, vai; o demônio já saiu de tua filha.
30.E, indo ela para sua casa, achou a filha deitada sobre a cama, e que o demônio já tinha saído.
31.E ele, tornando a sair, dos termos de Tiro e de Sidom, foi até ao mar da Galiléia, pelos confins de Decápolis.
32.E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente; e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.
33.E, tirando-o à parte, de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos; e, cuspindo, tocou-lhe na língua.
34.E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te.
35.E logo se abriram os seus ouvidos, e a prisão da língua se desfez; e falava perfeitamente.
36.E ordenou-lhes que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais lhos proibia, tanto mais o divulgavam.
37.E, admirando-se sobremaneira, diziam: Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos.
MARCOS 8:1-10
1.NAQUELES dias, havendo uma grande multidão, e não tendo que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse-lhes:
2.Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo, e não têm que comer.
3.E, se os deixar ir em jejum, para suas casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.
4.E os seus discípulos responderam-lhe: De onde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto?
5.E perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete. E ordeu à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães, e tendo dado graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles, e puseram-nos diante da multidão.
6.Tinham também alguns peixinhos; e, tendo dado graças, ordenou que também lhos pusessem diante.
8.E comeram, e saciaram-se; e dos pedações que sobejaram levantaram sete cestos.
9.E os que comeram eram quase quatro mil, e despediu-os.
10.e, entrando logo no barco, com os seus discípulos, foi para as partes de Dalmanuta.
LEVÍTICO 16:29-34
29.E ISTO será por estatuto perpétuo no sétimo mês, aos dez do mês, agligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós.
30.Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o SENHOR.
31.É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo.
32.E o sacerdote, que for ungido, e que for sagrado, para administrar o sacerdócio, no lugar de seu pai, fará a expiação, havendo vestido as vestes de linho, as vestes santas;
33.assim fará expiação pelo santo santuário, também fará expiação pela tenda da congregação e pelo altar; semelhantmente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação.
34.E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel de todos os seus pecados, uma vez ao ano. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés.
LEVÍTICO 17:1-16
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Fala a Arão e aos seus filhos, e a todos os filhos de Israel, e dize-lhes: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou, dizendo:
3.Qualquer homem da casa de Israel que degolar boi, ou cordeiro, ou cabra, no arraial, ou quem os degolar fora do arraial,
4.e não os trouxer à porta da tenda da congregação para oferecer oferta ao SENHOR diante do tabernáculo do SENHOR, a esse homem será imputado o sangue; derramou sangue; por isso será extirpado do seu povo;
5.para que os filhos de Israel, trazendo os seus sacrifícios, que oferecem sobre a face do campo, os tragam ao SENHOR, à porta da tenda de congregação, ao sacerdote, e os ofereçam por sacrifícios pacíficos ao SENHOR.
6.E o sacerdote espargirá o sangue sobre o altar do SENHOR, à porta da tenda da congregação, e queimará a gordura por cheiro suave ao SENHOR.
7.E nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem; isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações.
8.Dize-lhes pois: Qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre vós, que oferecer holocausto ou sacrfício,
9.e não o trouxer à porta da tenda da congregação, para oferecê-los ao SENHOR, esse homem será extirpado do seu povo.
10.E qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que comer algum sangue, contra aquela alma porei a minha face, e a extirparei do seu povo.
11.Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma.
12.Portanto tenho dito aos filhos de Israel: Nenhum dentre vós comerá sangue, nem o estrangeiro, que peregrine entre vós, comerá sangue.
13.Também qualquer homem dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que caçar animal ou ave que se come, derramará o seu sangue, e o cobrirá com pó;
14.porquanto a vida de toda a carne é o seu sangue; por isso tenho dito aos filhos de Israel;: não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a vida de toda a carne é o seu sngue; qualquer que o comer será extirpado.
15.E todo o homem entre os naturais, ou entre os estrangeiros, que comer corpo morto ou dilacerado, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde; depois será limpo.
16.Mas, se os não lavar, nem banhar a sua carne, levará sobre si a sua iniquidade.
LEVÍTICO 18:1-30
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Eu sou o SENHOR vosso Deus.
3.Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, Fareis conforme os meus juízos, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual vos levo, nem andareis nos seus estatutos.
4.Fareis conforme os meus juízos, e os meus estatutos guardareis, para andardes neles. Eu sou o SENHOR vosso Deus.
5.Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; os quais, observando-os o homem, viverá por eles. Eu sou o SENHOR.
6.Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne, para descobrir a sua nudez, eu souo SENHOR.
7.Não descobrirás a nudez de teu pai e de tua mãe; ela é tua mãe; não descobrirás a sua nudez.
8.Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai; é nudez de teu pai.
9.a nudez da tua irmã, filha de teu pai, ou filha de tua mãe, nascida em casa, ou fora de casa, a sua nudez não descobrirás.
10.A nudez da filha do teu filho, ou da filha de tua filha, a sua nudez não descobrirás, porque é tua nudez.
11.A nudez da filha da mulher de teu pai, gerada de teu pai (ela é tua irmã), a sua nudez não descobrirás.
12.A nudez da irmã de teu pai não descobrirás; ela é parenta de teu pai.
13.A nudez da irmã de tua mãe não descobrirás, pois ela é parenta de tua mãe.
14.A nudez do irmão de teu pai não descobrirás; não te chegarás à sua mulher, ela é tua tia.
15.A nudez de tua nora não descobrirás, ela é mulher de teu filho, não descobrirás a sua nudez.
16.A nudez da mulher de teu irmão não descobrirás, é a nudez de teu irmão.
17.A nudez de uma mulher e de sua filha não descobrirás, não tomarás a filha de seu filho, nem a filha de sua filha, para descobrir a sua nudez; parentas são; maldade é.
18.E não tomarás uma mulher juntamente com sua irmã, para fazê-la sua rival, descobrindo a sua nudez diante dela em sua vida.
19.E não chegarás à mulher durante a separação da sua imundícia, para descobrir a sua nudez.
20.Nem te deitarás com a mulher de teu próximo para cópula, para te contaminares com ela.
21.E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante Moloque; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR.
22.Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;
23.Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é.
24.Com nenhuma destas coisas vos contamineis; porque com todas estas coisas se contaminaram as nações que eu expulso de diante de vós.
25.Por isso a terra está contaminada; e eu visito a sua iniquidade, e a terra vomita os seus moradores.
26.Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma destas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós;
27.porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada.
28.Para que a terra não vos vomite, havendo-a contaminado, como vomitou a nação que nela estava antes de vós.
29.Porém, qualquer que fizer alguma destas abominações, sim, aqueles que as fizerem serão extirpados.
30.Portanto guardareis o meu mandamento, não fazendo nenhuma das práticas abomináveis que se fizeram antes de vós, e não vos contamineis com elas. Eu sou o SENHOR vosso Deus.
15.OS BENS do rico são a sua cidade forte, a pobreza dos pobres a sua ruína.
16.A obra do justo conduz à vida, o fruto do perverso, ao pecado.
SALMO 41:1-13
1.BEM-AVENTURADO é aquele que atende ao pobre; o SENHOR o livrará no dia do mal.
2.O SENHOR o livrará, e o conservará em vida; será abençoado na terra, e tu não o entregarás à vontade de seus inimigos.
3.O SENHOR o sustentará no leito da enfermidade; tu o restaurarás da sua cama de doença.
4.Dizia eu: SENHOR, tem piedade de mim; sara a minha alma, porque pequei contra ti.
5.Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo: Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome?
6.E, se algum deles vem ver-me, fala coisas vãs; no seu coração amontoa a maldade; saindo para fora, é disso que fala.
7.Todos os que me odeiam murmuram à uma contra mim; contra mim imaginam o mal, dizendo:
8.Uma doença má se lhe tem apegado; e agora que está deitado, não se levantará mais.
9.Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
10.Porém tu, SENHOR, tem piedade de mim, e levanta-me, para que eu lhes dê pago.
11.Por isto conheço eu que tu me favoreces; que o meu inimigo não triunfa de mim.
12.Quanto a mim, tu me sustentas na minha sinceridade, e me puseste diante da tua face para sempre.
13.Bendito seja o SENHOR Deus de Israel de século em século, Amém e Amém.
MARCOS 7:24-36
24.LEVANTANDO-SE dali, foi para os termos de Tiro e de Sidom. E, entrando numa casa, não queria que alguém o soubesse, mas não pôde esconder-se.
25.porque uma mulher, cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi e lançou-se aos seus pés.
26.E esta mulher era grega, siro-fenícia de nação, e rogava-lhe que expulsasse de sua filha o demônio.
27.Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos, porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
27.Ela, porém, respondeu, e disse-lhe: Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem, debaixo da mesa, as migalhas dos filhos.
28.Então ele disse-lhe: Por essa palavra, vai; o demônio já saiu de tua filha.
30.E, indo ela para sua casa, achou a filha deitada sobre a cama, e que o demônio já tinha saído.
31.E ele, tornando a sair, dos termos de Tiro e de Sidom, foi até ao mar da Galiléia, pelos confins de Decápolis.
32.E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente; e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.
33.E, tirando-o à parte, de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos; e, cuspindo, tocou-lhe na língua.
34.E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te.
35.E logo se abriram os seus ouvidos, e a prisão da língua se desfez; e falava perfeitamente.
36.E ordenou-lhes que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais lhos proibia, tanto mais o divulgavam.
37.E, admirando-se sobremaneira, diziam: Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos.
MARCOS 8:1-10
1.NAQUELES dias, havendo uma grande multidão, e não tendo que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse-lhes:
2.Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo, e não têm que comer.
3.E, se os deixar ir em jejum, para suas casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.
4.E os seus discípulos responderam-lhe: De onde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto?
5.E perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete. E ordeu à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães, e tendo dado graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles, e puseram-nos diante da multidão.
6.Tinham também alguns peixinhos; e, tendo dado graças, ordenou que também lhos pusessem diante.
8.E comeram, e saciaram-se; e dos pedações que sobejaram levantaram sete cestos.
9.E os que comeram eram quase quatro mil, e despediu-os.
10.e, entrando logo no barco, com os seus discípulos, foi para as partes de Dalmanuta.
LEVÍTICO 16:29-34
29.E ISTO será por estatuto perpétuo no sétimo mês, aos dez do mês, agligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós.
30.Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o SENHOR.
31.É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo.
32.E o sacerdote, que for ungido, e que for sagrado, para administrar o sacerdócio, no lugar de seu pai, fará a expiação, havendo vestido as vestes de linho, as vestes santas;
33.assim fará expiação pelo santo santuário, também fará expiação pela tenda da congregação e pelo altar; semelhantmente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação.
34.E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel de todos os seus pecados, uma vez ao ano. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés.
LEVÍTICO 17:1-16
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Fala a Arão e aos seus filhos, e a todos os filhos de Israel, e dize-lhes: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou, dizendo:
3.Qualquer homem da casa de Israel que degolar boi, ou cordeiro, ou cabra, no arraial, ou quem os degolar fora do arraial,
4.e não os trouxer à porta da tenda da congregação para oferecer oferta ao SENHOR diante do tabernáculo do SENHOR, a esse homem será imputado o sangue; derramou sangue; por isso será extirpado do seu povo;
5.para que os filhos de Israel, trazendo os seus sacrifícios, que oferecem sobre a face do campo, os tragam ao SENHOR, à porta da tenda de congregação, ao sacerdote, e os ofereçam por sacrifícios pacíficos ao SENHOR.
6.E o sacerdote espargirá o sangue sobre o altar do SENHOR, à porta da tenda da congregação, e queimará a gordura por cheiro suave ao SENHOR.
7.E nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem; isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações.
8.Dize-lhes pois: Qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre vós, que oferecer holocausto ou sacrfício,
9.e não o trouxer à porta da tenda da congregação, para oferecê-los ao SENHOR, esse homem será extirpado do seu povo.
10.E qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que comer algum sangue, contra aquela alma porei a minha face, e a extirparei do seu povo.
11.Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma.
12.Portanto tenho dito aos filhos de Israel: Nenhum dentre vós comerá sangue, nem o estrangeiro, que peregrine entre vós, comerá sangue.
13.Também qualquer homem dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam entre eles, que caçar animal ou ave que se come, derramará o seu sangue, e o cobrirá com pó;
14.porquanto a vida de toda a carne é o seu sangue; por isso tenho dito aos filhos de Israel;: não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a vida de toda a carne é o seu sngue; qualquer que o comer será extirpado.
15.E todo o homem entre os naturais, ou entre os estrangeiros, que comer corpo morto ou dilacerado, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde; depois será limpo.
16.Mas, se os não lavar, nem banhar a sua carne, levará sobre si a sua iniquidade.
LEVÍTICO 18:1-30
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Eu sou o SENHOR vosso Deus.
3.Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, Fareis conforme os meus juízos, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual vos levo, nem andareis nos seus estatutos.
4.Fareis conforme os meus juízos, e os meus estatutos guardareis, para andardes neles. Eu sou o SENHOR vosso Deus.
5.Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; os quais, observando-os o homem, viverá por eles. Eu sou o SENHOR.
6.Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne, para descobrir a sua nudez, eu souo SENHOR.
7.Não descobrirás a nudez de teu pai e de tua mãe; ela é tua mãe; não descobrirás a sua nudez.
8.Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai; é nudez de teu pai.
9.a nudez da tua irmã, filha de teu pai, ou filha de tua mãe, nascida em casa, ou fora de casa, a sua nudez não descobrirás.
10.A nudez da filha do teu filho, ou da filha de tua filha, a sua nudez não descobrirás, porque é tua nudez.
11.A nudez da filha da mulher de teu pai, gerada de teu pai (ela é tua irmã), a sua nudez não descobrirás.
12.A nudez da irmã de teu pai não descobrirás; ela é parenta de teu pai.
13.A nudez da irmã de tua mãe não descobrirás, pois ela é parenta de tua mãe.
14.A nudez do irmão de teu pai não descobrirás; não te chegarás à sua mulher, ela é tua tia.
15.A nudez de tua nora não descobrirás, ela é mulher de teu filho, não descobrirás a sua nudez.
16.A nudez da mulher de teu irmão não descobrirás, é a nudez de teu irmão.
17.A nudez de uma mulher e de sua filha não descobrirás, não tomarás a filha de seu filho, nem a filha de sua filha, para descobrir a sua nudez; parentas são; maldade é.
18.E não tomarás uma mulher juntamente com sua irmã, para fazê-la sua rival, descobrindo a sua nudez diante dela em sua vida.
19.E não chegarás à mulher durante a separação da sua imundícia, para descobrir a sua nudez.
20.Nem te deitarás com a mulher de teu próximo para cópula, para te contaminares com ela.
21.E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante Moloque; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR.
22.Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;
23.Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é.
24.Com nenhuma destas coisas vos contamineis; porque com todas estas coisas se contaminaram as nações que eu expulso de diante de vós.
25.Por isso a terra está contaminada; e eu visito a sua iniquidade, e a terra vomita os seus moradores.
26.Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma destas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós;
27.porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada.
28.Para que a terra não vos vomite, havendo-a contaminado, como vomitou a nação que nela estava antes de vós.
29.Porém, qualquer que fizer alguma destas abominações, sim, aqueles que as fizerem serão extirpados.
30.Portanto guardareis o meu mandamento, não fazendo nenhuma das práticas abomináveis que se fizeram antes de vós, e não vos contamineis com elas. Eu sou o SENHOR vosso Deus.
24 de fevereiro
PROVÉRBIOS 10:13-14
13.NOS LÁBIOS do entendido se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento.
14.Os sábios entesouram a sabedoria; mas a boca do tolo o aproxima da ruína.
SALMO 40:11-17
11.NÃO retires de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me continuamente a tua benignidade e a tua verdade.
12.Porque males sem número me têm rodeado; as minhas iniquidades me prendem de modo que não posso olhar para cima. São mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça; assim desfalece o meu coração.
13.Digna-te, SENHOR,livrar-me: SENHOR, apressa-te em meu auxílio.
14.Sejam à uma confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me querem mal.
15.Desolados sejam em pago da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
16.Folguem e alegrem-se em ti os que te buscam; digam constantemente os que amam a tua salvação: Magnificado seja o SENHOR.
17.Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o SENHOR cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus.
MARCOS 7:1-23
1.AJUNTARAM-SE a ele os fariseus, e alguns dos escribas que tinham vindo de Jerusalém.
2.E, vendo que alguns dos seus discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar, os repreendiam.
3.Porque os fariseus, e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes;
4.e, quando voltam do mercado, se não se lavarem, não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como lavar os copos, e os jarros, e os vasos de metal e as camas.
5.Depois perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos por lavar?
6.E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim;
7.em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.
8.Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.
9.E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.
10.Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser, ou o pai ou a mãe, certamente morrerá.
11.Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor;
12.nada mais lhe deixais fazerr por seu pai, ou por sua mãe,
13.invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.
14.E, chamando outra vez a multidão, disse-lhes: Ouvi-me vós, todos, e compreendei.
15.Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem.
16.Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.
17.Depois, quando deixou a multidão, e entrou em casa, os seus discípulos o interrogavam acerca desta parábola.
18.E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar,
19.porque não entra no seu coração, mas no ventre, e é lançado fora, ficando puras todas as comidas?
20.E dizia: O que sai do homem isso contamina o homem.
21.Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios,
22.os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura.
23.Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.
LEVÍTICO 15:1-33
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés e a Arão dizendo:
2.Falai aos filhos de Israel, e dizei-lhes: Qualquer homem que tiver fluxo da sua carne, será imundo por causa do seu fluxo.
3.Esta, pois, será a tua imundícia, por causa do seu fluxo; se a sua carne vasa o seu fluxo ou se a sua carne estanca o seu fluxo, esta é a sua imundícia.
4.Toda cama, em que se deitar o que tiver fluxo, será imunda; e toda a coisa, sobre o que se assentar, será imunda.
5.E qualquer que tocar a sua cama, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até a tarde.
6.E aquele que se assentar sobre aquilo em que se assentou o que tem o fluxo, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
7.E aquele que tocar a carne do que tem o fluxo, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
8.Quando também o que tem o fluxo cuspir sobre um limpo, então lavará este as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
9.Também toda a sela, em que cavalgar o que tem o fluxo, será imunda.
10.E qualquer que tocar em alguma coisa que esteve debaixo dele, será imundo até à trarde; e aquele que a levar, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
11.Também todo aquele em quem tocar o que tem o fluxo, sem haver lavado as suas mãos com água, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
12.E o vaso de barro, que tocar o que tem o fluxo, será quebrado; porém, todo o vaso de madeira será lavado com água.
13.Quando, pois, o que tem o fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação, e lavará as suas roupas, e banhará a sua carne em águas correntes, e será limpo.
14.E ao oitavo dia tomará duas rolas, ou dois pombinhos, e virá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação e os dará ao sacerdote;
15.e o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado, e o outro para holocausto; e assim o sacerdote fará por ele expiação do seu fluxo perante o SENHOR.
16.Também o homem, quando sair dele o sêmem da cúpula, toda a sua carne banhará com água, e será imundo até à tarde.
e17.Também toda a roupa, e toda a pele em que houver sêmem da cópula se lavará com água, e será imundo até à tarde.
18.E também se um homem se deitar com a mulher e tiver emissão de sêmem, ambos se banharão com água, e serão imundos até à tarde.
19.Mas a mulher, quando tiver fluxo, e o seu fluxo de sangue estiver na sua carne, estará sete dias na sua separação, e qualquer que a tocar, será imundo até à tarde.
20.E tudo aquilo sobre o que ela se deitar durante a sua separação, será imundo e tudo sobre o que se assentar, será imundo.
21.E qualquer que tocar na sua cama, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até a tarde.
22.E qualquer que tocar alguma coisa, sobre o que ela se tiver assentado, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.
23.Se também tocar alguma coisa que entiver sobre a cama ou sobre aquilo em que ela se assentou, será imundo até à tarde.
24.E se, com efeito, qualquer homem se deitar com ela, e a sua imundícia estiver sobre ele, imundo será por sete dias; também toda a cama, sobre que se deitar, será imunda.
25.Também a mulher, quando tiver o fluxo do seu sangue, por muitos dias fora do tempo da sua separação, ou quando tiver fluxo de sangue por mais tempo do que a sua separação, todos os dias do fluxo da sua imundícia será imunda, como nos dias da sua separação.
26.Toda cama, sobre que se deitar todos os dias do seu fluxo, ser-lhe-á como a cama da sua separação; e toda a coisa, sobre que se assentar, será imunda, conforme a imundícia da sua separação.
27.E qualquer que a tocar será imundo; portanto lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.
28.Porém quando for limpa do seu fluxo, então se contarão sete dias, e depois será limpa.
29.E ao oitavo dia tomará duas rolas, ou dois pombinhos, e os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação.
30.Então o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado, e o outro para holocausto; e o sacerdote fará por ela expiação do fluxo da sua imundícia perante o SENHOR.
31.Assim separareis os filhos de Israel das suas imundícias, para que não morram nas suas imundícias, contaminando o meu tabernáculo, que está no meio deles.
32.Esta é a lei daquele que tem o fluxo, e daquele de quem sai o sêmem da cópula, e que fica por eles imundo;
33.como também da mulher enferma na sua separação, e daquele que padece do seu fluxo, seja homem ou mulher, e do homem que se deita com mulher imunda.
LEVÍTICO 16:1-28
1.
13.NOS LÁBIOS do entendido se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento.
14.Os sábios entesouram a sabedoria; mas a boca do tolo o aproxima da ruína.
SALMO 40:11-17
11.NÃO retires de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me continuamente a tua benignidade e a tua verdade.
12.Porque males sem número me têm rodeado; as minhas iniquidades me prendem de modo que não posso olhar para cima. São mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça; assim desfalece o meu coração.
13.Digna-te, SENHOR,livrar-me: SENHOR, apressa-te em meu auxílio.
14.Sejam à uma confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me querem mal.
15.Desolados sejam em pago da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
16.Folguem e alegrem-se em ti os que te buscam; digam constantemente os que amam a tua salvação: Magnificado seja o SENHOR.
17.Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o SENHOR cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus.
MARCOS 7:1-23
1.AJUNTARAM-SE a ele os fariseus, e alguns dos escribas que tinham vindo de Jerusalém.
2.E, vendo que alguns dos seus discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar, os repreendiam.
3.Porque os fariseus, e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes;
4.e, quando voltam do mercado, se não se lavarem, não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como lavar os copos, e os jarros, e os vasos de metal e as camas.
5.Depois perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos por lavar?
6.E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim;
7.em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.
8.Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.
9.E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.
10.Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser, ou o pai ou a mãe, certamente morrerá.
11.Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor;
12.nada mais lhe deixais fazerr por seu pai, ou por sua mãe,
13.invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.
14.E, chamando outra vez a multidão, disse-lhes: Ouvi-me vós, todos, e compreendei.
15.Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem.
16.Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.
17.Depois, quando deixou a multidão, e entrou em casa, os seus discípulos o interrogavam acerca desta parábola.
18.E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar,
19.porque não entra no seu coração, mas no ventre, e é lançado fora, ficando puras todas as comidas?
20.E dizia: O que sai do homem isso contamina o homem.
21.Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios,
22.os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura.
23.Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.
LEVÍTICO 15:1-33
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés e a Arão dizendo:
2.Falai aos filhos de Israel, e dizei-lhes: Qualquer homem que tiver fluxo da sua carne, será imundo por causa do seu fluxo.
3.Esta, pois, será a tua imundícia, por causa do seu fluxo; se a sua carne vasa o seu fluxo ou se a sua carne estanca o seu fluxo, esta é a sua imundícia.
4.Toda cama, em que se deitar o que tiver fluxo, será imunda; e toda a coisa, sobre o que se assentar, será imunda.
5.E qualquer que tocar a sua cama, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até a tarde.
6.E aquele que se assentar sobre aquilo em que se assentou o que tem o fluxo, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
7.E aquele que tocar a carne do que tem o fluxo, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
8.Quando também o que tem o fluxo cuspir sobre um limpo, então lavará este as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
9.Também toda a sela, em que cavalgar o que tem o fluxo, será imunda.
10.E qualquer que tocar em alguma coisa que esteve debaixo dele, será imundo até à trarde; e aquele que a levar, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
11.Também todo aquele em quem tocar o que tem o fluxo, sem haver lavado as suas mãos com água, lavará as suas roupas, e se banhará em água, e será imundo até à tarde.
12.E o vaso de barro, que tocar o que tem o fluxo, será quebrado; porém, todo o vaso de madeira será lavado com água.
13.Quando, pois, o que tem o fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação, e lavará as suas roupas, e banhará a sua carne em águas correntes, e será limpo.
14.E ao oitavo dia tomará duas rolas, ou dois pombinhos, e virá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação e os dará ao sacerdote;
15.e o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado, e o outro para holocausto; e assim o sacerdote fará por ele expiação do seu fluxo perante o SENHOR.
16.Também o homem, quando sair dele o sêmem da cúpula, toda a sua carne banhará com água, e será imundo até à tarde.
e17.Também toda a roupa, e toda a pele em que houver sêmem da cópula se lavará com água, e será imundo até à tarde.
18.E também se um homem se deitar com a mulher e tiver emissão de sêmem, ambos se banharão com água, e serão imundos até à tarde.
19.Mas a mulher, quando tiver fluxo, e o seu fluxo de sangue estiver na sua carne, estará sete dias na sua separação, e qualquer que a tocar, será imundo até à tarde.
20.E tudo aquilo sobre o que ela se deitar durante a sua separação, será imundo e tudo sobre o que se assentar, será imundo.
21.E qualquer que tocar na sua cama, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até a tarde.
22.E qualquer que tocar alguma coisa, sobre o que ela se tiver assentado, lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.
23.Se também tocar alguma coisa que entiver sobre a cama ou sobre aquilo em que ela se assentou, será imundo até à tarde.
24.E se, com efeito, qualquer homem se deitar com ela, e a sua imundícia estiver sobre ele, imundo será por sete dias; também toda a cama, sobre que se deitar, será imunda.
25.Também a mulher, quando tiver o fluxo do seu sangue, por muitos dias fora do tempo da sua separação, ou quando tiver fluxo de sangue por mais tempo do que a sua separação, todos os dias do fluxo da sua imundícia será imunda, como nos dias da sua separação.
26.Toda cama, sobre que se deitar todos os dias do seu fluxo, ser-lhe-á como a cama da sua separação; e toda a coisa, sobre que se assentar, será imunda, conforme a imundícia da sua separação.
27.E qualquer que a tocar será imundo; portanto lavará as suas vestes, e se banhará com água, e será imundo até à tarde.
28.Porém quando for limpa do seu fluxo, então se contarão sete dias, e depois será limpa.
29.E ao oitavo dia tomará duas rolas, ou dois pombinhos, e os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação.
30.Então o sacerdote oferecerá um para expiação do pecado, e o outro para holocausto; e o sacerdote fará por ela expiação do fluxo da sua imundícia perante o SENHOR.
31.Assim separareis os filhos de Israel das suas imundícias, para que não morram nas suas imundícias, contaminando o meu tabernáculo, que está no meio deles.
32.Esta é a lei daquele que tem o fluxo, e daquele de quem sai o sêmem da cópula, e que fica por eles imundo;
33.como também da mulher enferma na sua separação, e daquele que padece do seu fluxo, seja homem ou mulher, e do homem que se deita com mulher imunda.
LEVÍTICO 16:1-28
1.
23 de Fevereiro
PROVÉRBIOS 10:11-12
11.A BOCA do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos.
12.O ódio excita contendas, mas o amor cobre todos os pecados.
SALMO 40:1-10
1.ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
2.Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.
3.E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.
4.Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para mentira.
5.Muitas são, SENHOR meu Deus,, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar.
6.Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste.
7.Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito.
8.Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.
9.Preguei a justiça na grande congregação; eis que não retive os meus lábios, SENHOR, tu o sabes.
10.Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.
MARCOS 6:30-56
30.E OS APÓSTOLOS ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.
31.E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer.
33.E foram sós num barco para um lugar deserto.
33.E a multidão viu-os partir, e muitos o conheceram; e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se dele.
34.e Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor, e começou a ensinar-lhes muitas coisas.
35.E como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele, e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado.
36.Despede-os, para que vão aos lugares e aldeias circunvizinhas, e comprem pão para sí; porque não têm que comer.
37.Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhe vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós, e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?
38.E disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes.
39.E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em ranchos, sobre a erva verde.
40.E assentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinquenta em cinquenta.
41.E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos.
42.E todos comeram, e ficaram fartos;
43.e levantaram doze alcofas cheias de pedaços de pão e de peixe.
44.E os que comeram os pães eram quase cinco mil homens.
45.E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.
46.E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar.
47.E, sobrevindo a tarde, estava o barco nomeio do mar e ele sozinho, em terra.
48.E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante.
49.Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos.
50.Porque todos o viam, e pertubaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhe: Tende bom ânimo; sou eu, não temais.
51.E subiu para o barco, para estar com eles, o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados;
52.pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes o seu coração estava endurecido.
53.E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré, e ali atracaram.
54.E, saindo eles do barco, logo o conheceram;
55.e, correndo toda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, aonde quer que sabiam que ele estava, os se achavam enfermos.
56.E, onde quer que entrava, ou em cidade,ou aldeias, ou no campo, apresentavam se enfermos nas praças, e rogavam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua roupa; e todos os que lhe tocavam saravam.
LEVÍTICO 14:1-57
1.DEPOIS falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote,
3.e o sacerdote sairá fora do arraial, e o examinará, e eis que, se a praga da lepra do leproso for sarada,
4.então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, pau de cedro, e carmesim, e hissopo.
5.Mandará também o sacerdote que se degole uma ave num vaso de barro sobre águas vivas,
6.e tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmesim, e o hissopo, e os molhará, com a ave viva, no sangue da ave que foi degolada sobre as águas correntes.
7.E sobre aquele que há de purificar-se da lepra espargirá sete vezes, então o declarará por limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo.
8.E aquele que tem de purificar-se lavará as suas vestes, e raspará todo o seu pêlo, e se lavará com água; assim será limpo; e depois entrará no arraial, porém, ficará fora da sua tenda por sete dias;
9.e será que ao sétimo dia rapará todo o seu pêlo, a sua cabeça, e a sua barba, e as sobrancelhas; sim, rapará todo o pêlo, e lavará as suas vestes, e lavará a sua carne com água, e será limpo,
10.e ao oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira sem defeito, de um ano, e três dizimas de flor de farinha para oferta de alimentos, amassada com azeite, e um logue de azeite;
11.e o sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se, com aquelas coisas perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação.
12.E o sacerdote tomará umdos cordeiros, e o oferecerá por expiação da culpa, e o logue de azeite; e os oferecerá por oferta movida perante o SENHOR.
13.Então degolará o cordeiro no lugar em que se degola a oferta da expiação do pecado e o holocausto, no lugar santo; porque quer a oferta da expiação da culpa como a da expiação do pecado é para o sacerdote; coisa santíssima é.
14.E o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito.
15.Também o sacerdote tomará do logue de azeite, e o derramará na palma da sua própria mão esquerda.
16.Então o sacerdote molhará o seu dedo direito no azeite que está na sua mão esquerda, e daquele azeite com o seu dedo espargirá sete vezes perante o SENHOR.
17.e o restante do azeite, que está na sua mão, o sacerdote porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, em cima do sangue da expiação da culpa;
18.e o restante do azeite que está na mão do sacerdote, o porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim o sacerdote fará expiação por ele perante o SENHOR.
19. Também o sacerdote fará a expiação do pecado, e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua imundícia; e depois degolará o holocausto;
20.e o sacerdote oferecerá o holocausto e a oferta de alimentos sobre o altar; assim o sacerdote fará expiação por ele, e será limpo.
21.Porém se for pobre, e em suas mão não houver recursos para tanto, tomará um cordeiro para expiação da culpa em oferta de movimento, para fazer expiação por ele, e a dízima de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos, e um logue de azeite.
22.e duas rolas, ou dois pombinhos, conforme as suas posses dos quais um será para expiação do pecado, e o outro para holocausto.
23.E ao oitavo dia da sua purificação os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR.
24.E o sacerdote tomará o cordeiro da expiação da culpa, e o logue de azeite, e os oferecerá por oferta movida perante o SENHOR.
25.Então degolará o cordeiro da expiação da culpa, e o sacerdote tomará do sague da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito.
26.Também o sacerdote derramará do azeite na palma da sua própria mão esquerda.
27.Depois o sacerdote com o seu dedo direito espargirá do azeite que está na sua mão esquerda, sete vezes perante o SENHOR.
28.O sacerdote porá do azeite que está na sua mão na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e no dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito; no lugar do sangue da expiação da culpa.
29.E o que sobejar do azeite que está na mão do sacerdote porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se para fazer expiação por ele perante o SENHOR.
30.Depois oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, conforme suas posses,
31.sim, conforme as suas posses, será um para expiação do pecado e o outro para holocausto com a oferta de alimentos; e assim o sacerdote fará expiação por auqle que tem de purificar-se perante o SENHOR.
32.Esta é a lei daquele em quem estiver a praga da lepra, cujas posses não lhe permitirem o devido para purificação.
33.Falou mais o SENHOR a Moisés e Arão, dizendo:
34.Quando tiverdes entrado na terra de Canaã que vos hei de dar por possessão, e eu enviar a praga da lepra em alguma casa da terra da vossa possessão,
35.então aquele, de quem for a casa, virá e informará ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.
36.E o sacerdote ordenará que desocupem a casa, antes que entre para examinar a praga, para que tudo o que está na casa não seja contaminado; e depois entrará o sacerdote, para examinar a casa;
37.e, vendo a praga, e eis que se ela estiver nas paredes da casa em covinhas verdes ou vermelhas, e parecerem mais fundas do que a parede,
38.então o sacerdote sairá da casa para fora da porta, e a fechará por sete dias.
39.Depois, ao sétimo dia o sacerdote voltará, e examinará; e se vir que a praga nas paredes da casa se tem estendido,
40.então o sacerdote ordenará que arranquem as pedras, em que estiver a praga, e que as lancem fora da cidade, num lugar imundo;
41.e fará raspar a casa por dentro ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão fora da cidade, num lugar imundo;
42.depois tomarão outras pedras, e as porão no lugar das primeiras pedras; e outro barro se tomará, e a casa se rebocará.
43.Porém, se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras e raspada a casa, e de novo rebocada,
44.então o sacerdote entrará e examinará, se a praga na casa de tem estendido, lepra roedora há na cas; imunda está.
45.Portanto se derribará a casa, as suas pedras, e a sua madeira, como também todo o barro da casa; e se levará para fora da cidade a um lugar imundo.
46.E o que entrar naquela casa, em qualquer dia em que estiver fechada, será imundo até à tarde.
47.Também o que se deitar a dormir em tal casa, lavará as suas roupas; e o que comer em tal casa lavará as suas roupas.
48.Porém, tornando o sacerdote a entrar na casa e examinando-a, se a praga não se tem estendido, depois que a casa foi rebocada, o sacerdote a declará por limpa, porque a praga está curada.
49.depois tomará para expiar a casa, das duas aves, e pau de cedro, e carmesim e hissopo;
50.e degolará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes;
51.então tomará pau de cedro, e o hissopo, e o carmesim, e a ave viva, e os molhará na ave degolada e nas águas correntes, e espargirá a casa sete vezes;
52.assim expiará aquela casa com o sangue da ave, e com as águas correntes, e com a ave viva, e com o pau de cedro, e com o hissopo, e com os carmesim.
53.Então soltará a ave viva para fora da cidade, sobre a face do campo; assim fará expiação pela casa, e será limpa.
54.Esta é a lei de toda a praga da lepra, e da tinha,
55.e da lepra das roupas, e das casas,
56. e da inchação, e das pústulas, e das manchas lustrosas;
57.para ensinar quando alguma coisa será imunda, e quando será limpa. Esta é a lei da lepra.
11.A BOCA do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos.
12.O ódio excita contendas, mas o amor cobre todos os pecados.
SALMO 40:1-10
1.ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
2.Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.
3.E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.
4.Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para mentira.
5.Muitas são, SENHOR meu Deus,, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar.
6.Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste.
7.Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito.
8.Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.
9.Preguei a justiça na grande congregação; eis que não retive os meus lábios, SENHOR, tu o sabes.
10.Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.
MARCOS 6:30-56
30.E OS APÓSTOLOS ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.
31.E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer.
33.E foram sós num barco para um lugar deserto.
33.E a multidão viu-os partir, e muitos o conheceram; e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se dele.
34.e Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor, e começou a ensinar-lhes muitas coisas.
35.E como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele, e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado.
36.Despede-os, para que vão aos lugares e aldeias circunvizinhas, e comprem pão para sí; porque não têm que comer.
37.Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhe vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós, e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?
38.E disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes.
39.E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em ranchos, sobre a erva verde.
40.E assentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinquenta em cinquenta.
41.E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos.
42.E todos comeram, e ficaram fartos;
43.e levantaram doze alcofas cheias de pedaços de pão e de peixe.
44.E os que comeram os pães eram quase cinco mil homens.
45.E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.
46.E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar.
47.E, sobrevindo a tarde, estava o barco nomeio do mar e ele sozinho, em terra.
48.E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante.
49.Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos.
50.Porque todos o viam, e pertubaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhe: Tende bom ânimo; sou eu, não temais.
51.E subiu para o barco, para estar com eles, o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados;
52.pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes o seu coração estava endurecido.
53.E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré, e ali atracaram.
54.E, saindo eles do barco, logo o conheceram;
55.e, correndo toda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, aonde quer que sabiam que ele estava, os se achavam enfermos.
56.E, onde quer que entrava, ou em cidade,ou aldeias, ou no campo, apresentavam se enfermos nas praças, e rogavam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua roupa; e todos os que lhe tocavam saravam.
LEVÍTICO 14:1-57
1.DEPOIS falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote,
3.e o sacerdote sairá fora do arraial, e o examinará, e eis que, se a praga da lepra do leproso for sarada,
4.então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, pau de cedro, e carmesim, e hissopo.
5.Mandará também o sacerdote que se degole uma ave num vaso de barro sobre águas vivas,
6.e tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmesim, e o hissopo, e os molhará, com a ave viva, no sangue da ave que foi degolada sobre as águas correntes.
7.E sobre aquele que há de purificar-se da lepra espargirá sete vezes, então o declarará por limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo.
8.E aquele que tem de purificar-se lavará as suas vestes, e raspará todo o seu pêlo, e se lavará com água; assim será limpo; e depois entrará no arraial, porém, ficará fora da sua tenda por sete dias;
9.e será que ao sétimo dia rapará todo o seu pêlo, a sua cabeça, e a sua barba, e as sobrancelhas; sim, rapará todo o pêlo, e lavará as suas vestes, e lavará a sua carne com água, e será limpo,
10.e ao oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira sem defeito, de um ano, e três dizimas de flor de farinha para oferta de alimentos, amassada com azeite, e um logue de azeite;
11.e o sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se, com aquelas coisas perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação.
12.E o sacerdote tomará umdos cordeiros, e o oferecerá por expiação da culpa, e o logue de azeite; e os oferecerá por oferta movida perante o SENHOR.
13.Então degolará o cordeiro no lugar em que se degola a oferta da expiação do pecado e o holocausto, no lugar santo; porque quer a oferta da expiação da culpa como a da expiação do pecado é para o sacerdote; coisa santíssima é.
14.E o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito.
15.Também o sacerdote tomará do logue de azeite, e o derramará na palma da sua própria mão esquerda.
16.Então o sacerdote molhará o seu dedo direito no azeite que está na sua mão esquerda, e daquele azeite com o seu dedo espargirá sete vezes perante o SENHOR.
17.e o restante do azeite, que está na sua mão, o sacerdote porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito, em cima do sangue da expiação da culpa;
18.e o restante do azeite que está na mão do sacerdote, o porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim o sacerdote fará expiação por ele perante o SENHOR.
19. Também o sacerdote fará a expiação do pecado, e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua imundícia; e depois degolará o holocausto;
20.e o sacerdote oferecerá o holocausto e a oferta de alimentos sobre o altar; assim o sacerdote fará expiação por ele, e será limpo.
21.Porém se for pobre, e em suas mão não houver recursos para tanto, tomará um cordeiro para expiação da culpa em oferta de movimento, para fazer expiação por ele, e a dízima de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos, e um logue de azeite.
22.e duas rolas, ou dois pombinhos, conforme as suas posses dos quais um será para expiação do pecado, e o outro para holocausto.
23.E ao oitavo dia da sua purificação os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR.
24.E o sacerdote tomará o cordeiro da expiação da culpa, e o logue de azeite, e os oferecerá por oferta movida perante o SENHOR.
25.Então degolará o cordeiro da expiação da culpa, e o sacerdote tomará do sague da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito.
26.Também o sacerdote derramará do azeite na palma da sua própria mão esquerda.
27.Depois o sacerdote com o seu dedo direito espargirá do azeite que está na sua mão esquerda, sete vezes perante o SENHOR.
28.O sacerdote porá do azeite que está na sua mão na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e no dedo polegar da sua mão direita, e no dedo polegar do seu pé direito; no lugar do sangue da expiação da culpa.
29.E o que sobejar do azeite que está na mão do sacerdote porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se para fazer expiação por ele perante o SENHOR.
30.Depois oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, conforme suas posses,
31.sim, conforme as suas posses, será um para expiação do pecado e o outro para holocausto com a oferta de alimentos; e assim o sacerdote fará expiação por auqle que tem de purificar-se perante o SENHOR.
32.Esta é a lei daquele em quem estiver a praga da lepra, cujas posses não lhe permitirem o devido para purificação.
33.Falou mais o SENHOR a Moisés e Arão, dizendo:
34.Quando tiverdes entrado na terra de Canaã que vos hei de dar por possessão, e eu enviar a praga da lepra em alguma casa da terra da vossa possessão,
35.então aquele, de quem for a casa, virá e informará ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.
36.E o sacerdote ordenará que desocupem a casa, antes que entre para examinar a praga, para que tudo o que está na casa não seja contaminado; e depois entrará o sacerdote, para examinar a casa;
37.e, vendo a praga, e eis que se ela estiver nas paredes da casa em covinhas verdes ou vermelhas, e parecerem mais fundas do que a parede,
38.então o sacerdote sairá da casa para fora da porta, e a fechará por sete dias.
39.Depois, ao sétimo dia o sacerdote voltará, e examinará; e se vir que a praga nas paredes da casa se tem estendido,
40.então o sacerdote ordenará que arranquem as pedras, em que estiver a praga, e que as lancem fora da cidade, num lugar imundo;
41.e fará raspar a casa por dentro ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão fora da cidade, num lugar imundo;
42.depois tomarão outras pedras, e as porão no lugar das primeiras pedras; e outro barro se tomará, e a casa se rebocará.
43.Porém, se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras e raspada a casa, e de novo rebocada,
44.então o sacerdote entrará e examinará, se a praga na casa de tem estendido, lepra roedora há na cas; imunda está.
45.Portanto se derribará a casa, as suas pedras, e a sua madeira, como também todo o barro da casa; e se levará para fora da cidade a um lugar imundo.
46.E o que entrar naquela casa, em qualquer dia em que estiver fechada, será imundo até à tarde.
47.Também o que se deitar a dormir em tal casa, lavará as suas roupas; e o que comer em tal casa lavará as suas roupas.
48.Porém, tornando o sacerdote a entrar na casa e examinando-a, se a praga não se tem estendido, depois que a casa foi rebocada, o sacerdote a declará por limpa, porque a praga está curada.
49.depois tomará para expiar a casa, das duas aves, e pau de cedro, e carmesim e hissopo;
50.e degolará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes;
51.então tomará pau de cedro, e o hissopo, e o carmesim, e a ave viva, e os molhará na ave degolada e nas águas correntes, e espargirá a casa sete vezes;
52.assim expiará aquela casa com o sangue da ave, e com as águas correntes, e com a ave viva, e com o pau de cedro, e com o hissopo, e com os carmesim.
53.Então soltará a ave viva para fora da cidade, sobre a face do campo; assim fará expiação pela casa, e será limpa.
54.Esta é a lei de toda a praga da lepra, e da tinha,
55.e da lepra das roupas, e das casas,
56. e da inchação, e das pústulas, e das manchas lustrosas;
57.para ensinar quando alguma coisa será imunda, e quando será limpa. Esta é a lei da lepra.
14:10 - SEXTÁRIO ou LOGUE, (...um logue de azeite) Correspondente Bíblico 1/12 do him. Equivalente atual: 1/2 litro.
22 de Fevereiro
PROVÉRBIOS 10:10
10.O QUE acena com os olhos causa dores, e o tolo de lábios ficará transtornado.
SALMO 39:1-13
1.EU disse: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua; guardarei a boca com um freio, enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2.Com o silêncio fiquei mudo; calava-me mesmo acerca do bem, e a minha dor se agravou.
3.Esquentou-se o meu coração dentro de mim; enquanto eu meditava se acendeu um fogo; então falei com a minha língua:
4.Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim,e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
5.Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá.)
6.Na verdade, todo homem anda numa vã aparência; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas, e não sabem quem as levará.
7.Agora, pois, SENHOR, que espero eu? A minha esperança está em ti.
8.Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.
9.Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.
10.Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11.Quando castigas o homem, com repreensões por causa da iniquidade, fazes com que a sua beleza se consuma como a traça; assim todo homem é vaidade. (Selá.)
12.Ouve, SENHOR, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou um estrangeiro contigo e peregrino, como todos os meus pais.
13.Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá, e não seja mais.
MARCOS 6:1-29
1.E PARTINDO dali, chegou à sua pátria, e os seus discípulos o seguiram.
2.E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm estas coisas: e que sabedoria é esta que lhe foi dada: e como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
3.Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão: e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
4.E Jesus lhes dizia: não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa.
5.E não podia fazer ali obras maravilhosas; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
6.E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando.
7.Chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e deu-lhe poder sobre os espíritos imundos;
8.e ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão somente um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto;
9.mas que calçassem alparcas, e que não vestissem duas túnicas.
10.E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali.
11.E tantos quantos vos não receberem, nem vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho contra eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no dia de juízo para Sodoma e Gomorra, do que para os daquela cidade.
12.E, saindo eles, pregavam que se arrependessem.
13.Expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam.
14.E ouviu isto o rei Herodes (porque o nome de Jesus se tornara notório), e disse: João, o que batizava, ressuscitou dentre os mortos, e por isso estas maravilhas operam nele.
15.Outros diziam: É Elias. E diziam outros: É um profeta, ou como um dos profetas.
16.Herodes, porém, ouvindo isto, disse: Este é João, que mandei degolar, ressuscitou dentre os mortos.
17.Porquanto o mesmo Herodes mandara prender a João, e encerrá-lo maniatado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela.
18.Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão.
19.E Herodias o espiava, e queria matá-lo, mas não podia.
20.Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa mente o ouvia.
21.E, chegando uma ocasião favorável em que Herodes, no dia dos seus anos, dava uma ceia aos grandes, e tribunos, e príncipes da Galiléia,
22.entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse então o rei à menina. Pede-me o que quiseres, e eu to darei.
23.E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino.
24.E, saindo ela, perguntou a sua mãe: Que pedirei? E ela disse: A cabeça de João o Batista.
25.E, entrando logo, apressadamente, pediu ao rei, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João o Batista.
26.E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar.
27.E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão;
28.e trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe.
29.E os seus discípulos, tendo ouvido isto, foram, tomaram o seu corpo, e o puseram num sepulcro.
LEVÍTICO 12:1-8
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.fala aos filhos de Israel, dizendo: Se uma mulher conceber e der à luz um menino, será imunda sete dias, assim como nos dias da separação da sua enfermidade, será imunda.
3.E no dia oitavo se circuncidará ao menino a carne do seu prepúcio.
4.Depois ficará ela trinta e três dias no sangue da sua purificação; nenhuma coisa santa tocará e não entrará no santuário até que se cumpram os dias da sua purificação.
5.Mas, se der à luz uma menina será imunda duas semanas, como na sua separação, depois ficará sessenta e seis dias no sangue da sua purificação.
6.E, quando forem cumpridos os dias da sua purificação por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto, e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação ao sacerdote.
7.O qual o oferecerá perante o SENHOR, e por ela fará propiciação; e será limpa do fluxo do seu sangue; esta é a lei da que der à luz menino ou menina.
8.Mas, se em sua mão não houver recursos para um cordeiro, então tomará duas rolas, ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para a propiciação do pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação, e será limpa.
LEVÍTICO 13:1-59
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
2.Quando um homem tiver na pele da sua carne, inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, na pele de sua carne como praga da lepra, então será levado a Arão, o sacerdote, ou a um dos seus filhos, os sacerdotes.
3.E o sacerdote examinará a praga na pela da carne; se o pelo na praga se tornou branco, e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, é praga de lepra; o sacerdote o examinará, e o declarará por imundo.
4.Mas, se a mancha na pele de sua carne for branca, e não parecer mais profunda do que a pele, e o pelo não se tornou branco, então o sacerdote encerrará o que tem a praga por sete dias.
5.E ao sétimo dia o sacerdote o examinará; e eis que, se a praga, ao seu parecer parou, e na pele não se estender, então o sacerdote o encerra por outros sete dias;
6.e o sacerdote ao sétimo dia o examinará outra vez; e eis que , se a praga se recolher, e na pele não se estendeu, então o sacerdote o declarará por limpo; é uma pústula, e lavará as suas vestes, e será limpo.
7.Mas, se a pústula na pele se estende grandemente, depois que foi mostrado ao sacerdote para a sua purificação, outra vez será mostrado ao sacerdote,
8.e o sacerdote o examinará, e eis que, se a pústula na pela se tem estendido, o sacerdote o declarará por imundo; é lepra.
9.Quando no homem houver praga de lepra, será levado ao sacerdote,
10.e o sacerdote o examinará, e eis que, se há inchação branca na pele, a qual tornou o pelo em branco, e houver carne viva na inchação,
11.lepra inveterada é na pele da sua carne; portanto, o sacerdote o declarará por imundo, não o encerrará, porque imundo é.
12.E, se a lepra se espalhar de todo na pele, e a lepra cobrir toda a pele do que tem a praga, desde a sua cabeça até aos seus pés quanto podem ver os olhos do sacerdote,
13.então o sacerdote examinará, e eis que, se a lepra tem coberto toda a sua carne, então declarará o que tem a praga por limpo; todo se tornou branco; limpo estão.
14.Mas no dia em que aparecer nela carne viva será imundo.
15.Vendo, pois, o sacerdote a carne viva, declará-lo-á por imundo; a carne é imunda; é lepra.
16.Ou, tornando a carne viva, e mudando-se em branca, então virá ao sacerdote,
17.e este o examinará, e eis que, se a praga se tornou branca, então o sacerdote declarará limpo o que tema praga; limpo está.
18.Se também a carne, em cuja pele houver alguma úlcera, sarar,
19.e, em lugar da pústula, vier inchação branca ou mancha lustrosa, tirando a vermelho, mostrar-se-á então ao sacerdote.
20.E o sacerdote examinará, e eis que, se ela parecer mais funda do que a pele, e o seu pelo se tornou branco, o sacerdote o declarará por imundo; é praga da lepra que brotou da pústula.
21.E o sacerdote, vendo-a, e eis que se nela não houver pelo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas encolhida, então o sacerdote o encerrará por sete dias.
22.Se ela grandemente se estender na pele, o sacerdote o declarará por imundo; praga é.
23.Mas se a mancha parar no seu lugar, não se estendendo, inflamação da pústula é; o sacerdote, pois, o declarará por limpo.
24.Ou, quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e no que é sarado da queimadura houver mancha lustrosa, tirando a vermelho ou branco,
25.e o sacerdote vendo-a, e eis que se o pelo na mancha se tornou branco e ela parece mais funda do que a pele, lepra é, que floresceu pela queimadura; portanto o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
26.Mas, se o sacerdote, vendo-a, e eis que, se na mancha não aparecer pelo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas recolhida, o sacerdote e encerrará por sete dias.
27.Depois o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se grandemente se houver estendido na pele, o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
28.Mas se a mancha parar no seu lugar, e na pele não se estender, mas se recolher, inchação da queimadura é; portanto o sacerdote o declarará por limpo, porque inflamação é da queimadura.
29.E, quando homem ou mulher tiver chaga na cabeça ou na barba,
30. e o sacerdote, examinando a chaga, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e pelo amarelo fino há nela, o sacerdote o declarará por imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba.
31.Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, e eis que, se ela não parece mais funda do que a pele, e se nela não houver pelo preto, então o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias.
32.E o sacerdote examinará a praga ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se tiver estendido, e nela não houver pelo amarelo, nem a tinha parecer mais funda do que a pele,
33.então se rapará; mas não rapará a tinha; e o sacerdote segunda vez encerrará o que tem a tinha por sete dias.
34.Depois o sacerdote examinará a tinha ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se houver estendido na pele, e ela não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote o declarará por limpo, e lavara as suas vestes, e será limpo.
35.Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se houver estendido grandemente na pele,
36.então o sacerdote o examinará, e eis que, se a tinha se tem estendido na pele, o sacerdote não buscará pelo amarelo; imundo está.
37.Mas, se a tinha ao ser ver parou, e pelo preto nela cresceu, a tinha está sã, limpo está, portanto o sacerdote o declarará por limpo.
38.E, quando homem ou mulher tiver manchas lustrosas brancas na pele da sua carne,
39.então o sacerdote olhará, e eis que, se na pele da sua carne aparecem manchas lustrosas escurecidas, é impingem que floresceu na pele, limpo está.
40.E, quando os cabelos do homem caírem da cabeça, calvo é, mas limpo está.
41.E, se lhe caírem os cabelos na frente da cabeça, meio calvo é; mas limpo está.
42.Porém, se na calva, ou na meia calva, houver praga branca avermelhada, é lepra, florescendo na sua calva ou na sua meia calva.
43.Havendo, pois, o sacerdote examinado, e eis que, se a inchação da praga, na sua calva ou meia calva, está branca, tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne,
44.leproso é aquele homem, imundo está; o sacerdote o declarará totalmente por imundo, na sua cabeça tem a praga.
45.Também as vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e a sua cabeça será descoberta, e cobrirá o lábio superior, e clamará; Imundo, imundo.
46.Todos os dias em que a praga houver nele, será imundo, imundo está, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.
47.Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho,
48.ou no fio urdido, ou no fio tecido, seja de linho, ou seja de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de peles,
49.e a praga na roupa, ou na pele, ou no fio urdido, ou no fio tecido, ou em qualquer coisa de peles aparecer verde ou vermelha, praga de lepra é, por isso se mostrará ao sacerdote,
50.e o sacerdote examinará a praga, e encerrará aquele que tem a praga por sete dias.
51.Então examinará a praga ao sétimo dia; se a praga se houver estendido na roupa, ou no fio urdido, ou no fio tecido ou na pele, para qualquer obra que for feita da pele, lepra roedora é, imunda está;
52.por isso se queimará aquela roupa, ou fio urdido, ou fio tecido de lã, ou de linho ou de qualquer obra de peles, em que houver a praga, porque lepra roedora é, com fogo se queimará.
53.Mas, o sacerdote, vendo, e eis que, se a praga não se estendeu na roupa, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer obra de peles,
54.então o sacerdote ordenará que se lave aquilo no qual havia a praga,e o encerrará segunda vez por sete dias;
55.e o sacerdote, examinando a praga, depois que for lavada, e eis que se ela não mudou o seu aspecto, nem se estendeu, imundo está, com fogo o queimarás; praga penetrante é, seja por dentro ou por fora.
56.Mas se o sacerdote verificar que a praga se tem recolhido, depois de lavada, então a rasgará da roupa, ou da pela ou do fio urdido ou tecido;
57.e, se ainda aparecer na roupa, ou no fio urdido ou tecido ou em qualquer coisa de peles, lepra brotante é; com fogo queimarás aquilo em que há a praga;
58.mas a roupa ou fio urdido ou tecido ou qualquer coisa de peles, que lavares, e de que a praga se retirar, se lavará segundo vez, e será limpa.
59.Esta é a lei da praga da lepra na roupa de lã, ou de linho, ou do fio urdido, ou tecido, ou de qualquer coisa de peles, para declará-la limpa, ou para declará-la imunda.
APOCALIPSE 22.1-21
1.E MOSTROU-ME o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2.No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
3.E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro e os seus servos o servirão.
4.E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome.
5.E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão por todo o sempre.
6.E disse-me: estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o SENHOR, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7.Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8.E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar.
9.E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10.E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo.
11.Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.
12.E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.
13.Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro.
14.Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.
15.Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
16.Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.
17.E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.
18.Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa. Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;
19.e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.
20.Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.
21.A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.
10.O QUE acena com os olhos causa dores, e o tolo de lábios ficará transtornado.
SALMO 39:1-13
1.EU disse: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua; guardarei a boca com um freio, enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2.Com o silêncio fiquei mudo; calava-me mesmo acerca do bem, e a minha dor se agravou.
3.Esquentou-se o meu coração dentro de mim; enquanto eu meditava se acendeu um fogo; então falei com a minha língua:
4.Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim,e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
5.Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá.)
6.Na verdade, todo homem anda numa vã aparência; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas, e não sabem quem as levará.
7.Agora, pois, SENHOR, que espero eu? A minha esperança está em ti.
8.Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.
9.Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.
10.Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11.Quando castigas o homem, com repreensões por causa da iniquidade, fazes com que a sua beleza se consuma como a traça; assim todo homem é vaidade. (Selá.)
12.Ouve, SENHOR, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou um estrangeiro contigo e peregrino, como todos os meus pais.
13.Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá, e não seja mais.
MARCOS 6:1-29
1.E PARTINDO dali, chegou à sua pátria, e os seus discípulos o seguiram.
2.E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm estas coisas: e que sabedoria é esta que lhe foi dada: e como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
3.Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão: e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
4.E Jesus lhes dizia: não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa.
5.E não podia fazer ali obras maravilhosas; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
6.E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando.
7.Chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e deu-lhe poder sobre os espíritos imundos;
8.e ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão somente um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto;
9.mas que calçassem alparcas, e que não vestissem duas túnicas.
10.E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali.
11.E tantos quantos vos não receberem, nem vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho contra eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no dia de juízo para Sodoma e Gomorra, do que para os daquela cidade.
12.E, saindo eles, pregavam que se arrependessem.
13.Expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam.
14.E ouviu isto o rei Herodes (porque o nome de Jesus se tornara notório), e disse: João, o que batizava, ressuscitou dentre os mortos, e por isso estas maravilhas operam nele.
15.Outros diziam: É Elias. E diziam outros: É um profeta, ou como um dos profetas.
16.Herodes, porém, ouvindo isto, disse: Este é João, que mandei degolar, ressuscitou dentre os mortos.
17.Porquanto o mesmo Herodes mandara prender a João, e encerrá-lo maniatado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela.
18.Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão.
19.E Herodias o espiava, e queria matá-lo, mas não podia.
20.Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa mente o ouvia.
21.E, chegando uma ocasião favorável em que Herodes, no dia dos seus anos, dava uma ceia aos grandes, e tribunos, e príncipes da Galiléia,
22.entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse então o rei à menina. Pede-me o que quiseres, e eu to darei.
23.E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino.
24.E, saindo ela, perguntou a sua mãe: Que pedirei? E ela disse: A cabeça de João o Batista.
25.E, entrando logo, apressadamente, pediu ao rei, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João o Batista.
26.E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar.
27.E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão;
28.e trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe.
29.E os seus discípulos, tendo ouvido isto, foram, tomaram o seu corpo, e o puseram num sepulcro.
LEVÍTICO 12:1-8
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
2.fala aos filhos de Israel, dizendo: Se uma mulher conceber e der à luz um menino, será imunda sete dias, assim como nos dias da separação da sua enfermidade, será imunda.
3.E no dia oitavo se circuncidará ao menino a carne do seu prepúcio.
4.Depois ficará ela trinta e três dias no sangue da sua purificação; nenhuma coisa santa tocará e não entrará no santuário até que se cumpram os dias da sua purificação.
5.Mas, se der à luz uma menina será imunda duas semanas, como na sua separação, depois ficará sessenta e seis dias no sangue da sua purificação.
6.E, quando forem cumpridos os dias da sua purificação por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto, e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação ao sacerdote.
7.O qual o oferecerá perante o SENHOR, e por ela fará propiciação; e será limpa do fluxo do seu sangue; esta é a lei da que der à luz menino ou menina.
8.Mas, se em sua mão não houver recursos para um cordeiro, então tomará duas rolas, ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para a propiciação do pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação, e será limpa.
LEVÍTICO 13:1-59
1.FALOU mais o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
2.Quando um homem tiver na pele da sua carne, inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, na pele de sua carne como praga da lepra, então será levado a Arão, o sacerdote, ou a um dos seus filhos, os sacerdotes.
3.E o sacerdote examinará a praga na pela da carne; se o pelo na praga se tornou branco, e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, é praga de lepra; o sacerdote o examinará, e o declarará por imundo.
4.Mas, se a mancha na pele de sua carne for branca, e não parecer mais profunda do que a pele, e o pelo não se tornou branco, então o sacerdote encerrará o que tem a praga por sete dias.
5.E ao sétimo dia o sacerdote o examinará; e eis que, se a praga, ao seu parecer parou, e na pele não se estender, então o sacerdote o encerra por outros sete dias;
6.e o sacerdote ao sétimo dia o examinará outra vez; e eis que , se a praga se recolher, e na pele não se estendeu, então o sacerdote o declarará por limpo; é uma pústula, e lavará as suas vestes, e será limpo.
7.Mas, se a pústula na pele se estende grandemente, depois que foi mostrado ao sacerdote para a sua purificação, outra vez será mostrado ao sacerdote,
8.e o sacerdote o examinará, e eis que, se a pústula na pela se tem estendido, o sacerdote o declarará por imundo; é lepra.
9.Quando no homem houver praga de lepra, será levado ao sacerdote,
10.e o sacerdote o examinará, e eis que, se há inchação branca na pele, a qual tornou o pelo em branco, e houver carne viva na inchação,
11.lepra inveterada é na pele da sua carne; portanto, o sacerdote o declarará por imundo, não o encerrará, porque imundo é.
12.E, se a lepra se espalhar de todo na pele, e a lepra cobrir toda a pele do que tem a praga, desde a sua cabeça até aos seus pés quanto podem ver os olhos do sacerdote,
13.então o sacerdote examinará, e eis que, se a lepra tem coberto toda a sua carne, então declarará o que tem a praga por limpo; todo se tornou branco; limpo estão.
14.Mas no dia em que aparecer nela carne viva será imundo.
15.Vendo, pois, o sacerdote a carne viva, declará-lo-á por imundo; a carne é imunda; é lepra.
16.Ou, tornando a carne viva, e mudando-se em branca, então virá ao sacerdote,
17.e este o examinará, e eis que, se a praga se tornou branca, então o sacerdote declarará limpo o que tema praga; limpo está.
18.Se também a carne, em cuja pele houver alguma úlcera, sarar,
19.e, em lugar da pústula, vier inchação branca ou mancha lustrosa, tirando a vermelho, mostrar-se-á então ao sacerdote.
20.E o sacerdote examinará, e eis que, se ela parecer mais funda do que a pele, e o seu pelo se tornou branco, o sacerdote o declarará por imundo; é praga da lepra que brotou da pústula.
21.E o sacerdote, vendo-a, e eis que se nela não houver pelo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas encolhida, então o sacerdote o encerrará por sete dias.
22.Se ela grandemente se estender na pele, o sacerdote o declarará por imundo; praga é.
23.Mas se a mancha parar no seu lugar, não se estendendo, inflamação da pústula é; o sacerdote, pois, o declarará por limpo.
24.Ou, quando na pele da carne houver queimadura de fogo, e no que é sarado da queimadura houver mancha lustrosa, tirando a vermelho ou branco,
25.e o sacerdote vendo-a, e eis que se o pelo na mancha se tornou branco e ela parece mais funda do que a pele, lepra é, que floresceu pela queimadura; portanto o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
26.Mas, se o sacerdote, vendo-a, e eis que, se na mancha não aparecer pelo branco, nem estiver mais funda do que a pele, mas recolhida, o sacerdote e encerrará por sete dias.
27.Depois o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se grandemente se houver estendido na pele, o sacerdote o declarará por imundo; é praga de lepra.
28.Mas se a mancha parar no seu lugar, e na pele não se estender, mas se recolher, inchação da queimadura é; portanto o sacerdote o declarará por limpo, porque inflamação é da queimadura.
29.E, quando homem ou mulher tiver chaga na cabeça ou na barba,
30. e o sacerdote, examinando a chaga, e eis que, se ela parece mais funda do que a pele, e pelo amarelo fino há nela, o sacerdote o declarará por imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba.
31.Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, e eis que, se ela não parece mais funda do que a pele, e se nela não houver pelo preto, então o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias.
32.E o sacerdote examinará a praga ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se tiver estendido, e nela não houver pelo amarelo, nem a tinha parecer mais funda do que a pele,
33.então se rapará; mas não rapará a tinha; e o sacerdote segunda vez encerrará o que tem a tinha por sete dias.
34.Depois o sacerdote examinará a tinha ao sétimo dia; e eis que, se a tinha não se houver estendido na pele, e ela não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote o declarará por limpo, e lavara as suas vestes, e será limpo.
35.Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se houver estendido grandemente na pele,
36.então o sacerdote o examinará, e eis que, se a tinha se tem estendido na pele, o sacerdote não buscará pelo amarelo; imundo está.
37.Mas, se a tinha ao ser ver parou, e pelo preto nela cresceu, a tinha está sã, limpo está, portanto o sacerdote o declarará por limpo.
38.E, quando homem ou mulher tiver manchas lustrosas brancas na pele da sua carne,
39.então o sacerdote olhará, e eis que, se na pele da sua carne aparecem manchas lustrosas escurecidas, é impingem que floresceu na pele, limpo está.
40.E, quando os cabelos do homem caírem da cabeça, calvo é, mas limpo está.
41.E, se lhe caírem os cabelos na frente da cabeça, meio calvo é; mas limpo está.
42.Porém, se na calva, ou na meia calva, houver praga branca avermelhada, é lepra, florescendo na sua calva ou na sua meia calva.
43.Havendo, pois, o sacerdote examinado, e eis que, se a inchação da praga, na sua calva ou meia calva, está branca, tirando a vermelho, como parece a lepra na pele da carne,
44.leproso é aquele homem, imundo está; o sacerdote o declarará totalmente por imundo, na sua cabeça tem a praga.
45.Também as vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e a sua cabeça será descoberta, e cobrirá o lábio superior, e clamará; Imundo, imundo.
46.Todos os dias em que a praga houver nele, será imundo, imundo está, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.
47.Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho,
48.ou no fio urdido, ou no fio tecido, seja de linho, ou seja de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de peles,
49.e a praga na roupa, ou na pele, ou no fio urdido, ou no fio tecido, ou em qualquer coisa de peles aparecer verde ou vermelha, praga de lepra é, por isso se mostrará ao sacerdote,
50.e o sacerdote examinará a praga, e encerrará aquele que tem a praga por sete dias.
51.Então examinará a praga ao sétimo dia; se a praga se houver estendido na roupa, ou no fio urdido, ou no fio tecido ou na pele, para qualquer obra que for feita da pele, lepra roedora é, imunda está;
52.por isso se queimará aquela roupa, ou fio urdido, ou fio tecido de lã, ou de linho ou de qualquer obra de peles, em que houver a praga, porque lepra roedora é, com fogo se queimará.
53.Mas, o sacerdote, vendo, e eis que, se a praga não se estendeu na roupa, ou no fio urdido, ou no tecido, ou em qualquer obra de peles,
54.então o sacerdote ordenará que se lave aquilo no qual havia a praga,e o encerrará segunda vez por sete dias;
55.e o sacerdote, examinando a praga, depois que for lavada, e eis que se ela não mudou o seu aspecto, nem se estendeu, imundo está, com fogo o queimarás; praga penetrante é, seja por dentro ou por fora.
56.Mas se o sacerdote verificar que a praga se tem recolhido, depois de lavada, então a rasgará da roupa, ou da pela ou do fio urdido ou tecido;
57.e, se ainda aparecer na roupa, ou no fio urdido ou tecido ou em qualquer coisa de peles, lepra brotante é; com fogo queimarás aquilo em que há a praga;
58.mas a roupa ou fio urdido ou tecido ou qualquer coisa de peles, que lavares, e de que a praga se retirar, se lavará segundo vez, e será limpa.
59.Esta é a lei da praga da lepra na roupa de lã, ou de linho, ou do fio urdido, ou tecido, ou de qualquer coisa de peles, para declará-la limpa, ou para declará-la imunda.
APOCALIPSE 22.1-21
1.E MOSTROU-ME o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2.No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
3.E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro e os seus servos o servirão.
4.E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome.
5.E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão por todo o sempre.
6.E disse-me: estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o SENHOR, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7.Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8.E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar.
9.E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10.E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo.
11.Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.
12.E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.
13.Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro.
14.Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.
15.Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
16.Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.
17.E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.
18.Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa. Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;
19.e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.
20.Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.
21.A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.
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